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Objetivos

A Política de investigação assenta num conjunto de princípios, valores e orientações modelados por uma visão de utilidade da I&D para a sociedade. Assume-se que a primeira função da Universidade é a de produzir conhecimento que posteriormente dissemina, internamente através do ensino, com utilização imediata pela UPT, e externamente através de iniciativas e meios em Open Access, de transferência de conhecimento contratualizada e de registo de propriedade intelectual.

A perspetiva de utilidade social do conhecimento produzido justifica o investimento nesta atividade. Este investimento pode ser próprio ou externo à instituição, podendo neste segundo caso provir do setor privado ou do setor público a nível nacional, europeu ou extraeuropeu.

São, assim, objetivos da Política de Investigação:

·         Promover a criação de conhecimento útil para a Sociedade num contexto de internacionalização;

 

·         Promover o desenvolvimento científico e tecnológico;

 

·         Integrar a UPT no sistema nacional e europeu de Investigação Científica;

 

·         Alimentar com conteúdos a atividade pedagógica da Instituição;

 

·         Reforçar a cooperação e a interação entre a comunidade científica e a sociedade;

 

·         Promover o reforço da atração dos jovens para as carreiras no setor da I&D;

 

·         Alargar o leque de participantes nos programas de investigação através da organização de equipas interinstitucionais e internacionais, da geminação de unidades de investigação e da troca de boas práticas.

A Política de Investigação é o instrumento da prossecução dos objetivos de I&D delineados no planeamento estratégico da Instituição, é executada pelas unidades orgânicas de investigação – UI - existentes na UPT e coordenada pela Reitoria, em especial pela Vice-reitoria de Investigação. Esta função de coordenação designa-se por UPTi.

Neste âmbito existe uma Comissão de Ética, responsável por zelar pela ética na investigação em todas as Unidades de Investigação da UPT. Existe igualmente  um Gabinete de Apoio à Investigação (Research Office) – GAI, responsável pela gestão e manutenção do Portal de Investigação da UPT, disponível em www.converis.upt.pt, assim como pelo suporte às Unidades de investigação na preparação de candidaturas a financiamento competitivo e pelo  desenvolvimento de redes e consórcios internacionais. Integram o GAI um conjunto de investigadores com funções cumulativas de gestores de ciência – componentes de gestão de projeto, gestão financeira, gestão de sistemas de informação, gestão documental, gestão da qualidade, etc.

O Portal de Investigação UPT foi construído sobre a plataforma líder do mercado, Converis da Thomson Reuters. Inclui funcionalidades de gestão de currículos, gestão de projeto, análise de investigação e Indicadores de Produção Científica, ferramentas colaborativas, integração de repositórios digitais, etc. O Portal de Investigação UPT está funcionalmente integrado com o ORCID e com a Web of Science.

As UI são criadas por iniciativa da Reitoria e aprovadas pela Direção da EI, da qual dependem no que respeita às questões administrativas e financeiras. Regem-se pelos respetivos estatutos e pelo Regime Jurídico de Instituições de Investigação Científica. O respetivo Investigador coordenador (HoR) é nomeado pela Direção da EI, sob proposta da Reitoria, e os seus órgãos de governo constam dos respetivos estatutos.

As UI são geridas por objetivos, que cumprem através da execução de projetos, enquadrados no seu plano de atividades. O financiamento das UI inclui financiamento público e financiamento privado a nível nacional, europeu e extraeuropeu.

A gestão de projetos é da responsabilidade do IR. O processo de investigação segue um protocolo estabelecido na UPT e aplicável à generalidade dos projetos de investigação.

No que respeita à produção de conhecimento utilizável no Ensino, os ciclos de estudos incluem, em fase muito precoce, unidades curriculares com conteúdos de Epistemologia e Metodologia de Investigação e os alunos de segundo e terceiro ciclo são, por inerência, membros integrados de UIs. Os alunos dos primeiros ciclos podem, através de solicitação ou convite, integrar também UIs. A UPT tem um programa de Bolsas de Investigação e, no que respeita às relações com os seus investigadores, adota os princípios proclamados European Charter for Researchers e no Code of Conduct for the Recruitment of Researchers.

A valorização económica e social do conhecimento produzido com financiamento público é assegurada pela política de Open Access e pela transferência de conhecimento operada através da disseminação em ciclos de estudos. Os projetos com financiamento privado produzem conhecimento apropriado pelo respetivo financiador, ou partilhado entre o financiador e a UPT. As questões de Propriedade Intelectual constam do Regulamento da Propriedade Intelectual na Universidade Portucalense.

A monitorização e avaliação das atividades, meios e resultados da I&D realiza-se de dois modos: 1/- autoavaliação (SAD-Sistema de Avaliação de Desempenho, e RAD-Regulamento de Avaliação do Desempenho) e mecanismos previstos nos estatutos das UI, em execução do regime Jurídico de Instituições de Investigação Científica; 2/- autoaplicação dos mecanismos de avaliação de UI da FCT.

Através do RAD são avaliadas as qualificações e competências do corpo docente em quatro dimensões: investigação; ensino; gestão universitária e transferência e valorização de conhecimento. Existe neste instrumento uma forte valorização da componente investigação, a qual visa criar incentivos para a realização de uma maior atividade dos docentes neste domínio. Por sua vez, no SAD são também avaliadas as competências comportamentais. No âmbito deste último sistema pode ser definido um plano de formação.

A monitorização externa destas atividades é realizada no âmbito da FCT, dos mecanismos contratuais com as entidades financiadoras e, no que respeita à produção científica, pelos mecanismos de peer review. São também utilizados cadastro e métricas externas: ORCID e Web of Science.

A UPT conta com recursos financeiros que lhe são atribuídos por entidades financiadoras externas, prosseguindo uma política ativa de captação de fundos junto dos programas nacionais, europeus e internacionais de financiamento competitivo à I&D.

A Universidade Portucalense financia ainda a I&D através da comparticipação no financiamento dos projetos com financiamento externo, da afetação de uma parcela do seu orçamento a esta atividade na ausência de financiamento externo, e da afetação de percentagens de tempo dos recursos docentes e de investigação, bem como da afetação de recursos administrativos e logísticos.

Os recursos disponíveis para as atividades de I&D são geridos segundo o princípio da utilidade atrás referido, pelo que o financiamento de qualquer projeto ou atividade exclui a aprovação de iniciativas que não demonstrem cabalmente o seu contributo para a realização dos objetivos estratégicos da instituição, expressos no Plano Estratégico, no Plano de Ação, nas Políticas de Investigação, Ensino e Internacionalização, assim como no Plano de Atividades da Reitoria.

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