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Newsletter DTPC, agosto de 2014

Produtos Portugueses no projeto da Universidade Portucalense

 

Guilherme de Oliveira

Reitor da Universidade Portucalense

 

Ninguém duvida de que o Turismo é uma atividade que pode ajudar Portugal a recuperar a saúde económica. Onde as opiniões podem divergir é nos caminhos que se devem trilhar para obter os resultados necessários.

Alguns, mais atrevidos, podem sugerir que devíamos vender o exclusivo das visitas aos castelos do Loire, ao Grande Canyon e, para os mais novos, à Disneylândia. É verdade que há centenas, talvez milhares, de empregados franceses e americanos a esforçarem-se para que as estadias sejam agradáveis. Mas esta solução tem alguns problemas, como se percebe; além de que não será preciso cursar uma licenciatura para tentar a fraude.

Pode haver quem entenda que a promoção das praias portuguesas com sardinhas incluídas será suficiente; a solução estará apenas em injetar mais dinheiro na publicidade. Os inconvenientes deste caminho estão, obviamente, na falta de dinheiro para gastar e na circunstância relevante de se poder encontrar areia muito parecida com a nossa ao lado de água mais quente.

É preciso ser mais criativo.

De certo modo, todos nós conhecemos um pouco da Itália e da China. Não que tenhamos lá ido, necessariamente; mas quem é que não saboreou pizzas e noodles? Esses dois povos conseguiram levar parte da sua imagem a todo o mundo através de um expediente simples e barato: vendendo farinha. Os povos da Lapónia impingem aos turistas pedra-sabão, que pesa imenso nas malas; os dinamarqueses vendem caro uma certa resina a que chamam âmbar, etc..

O que eu quero dizer com isto é que é preciso formar técnicos que percebam o que é a cultura e a diferenciação cultural; o que é que pode construir a imagem de Portugal, com base no que cá existe; como é que se dá um valor novo a elementos culturais que são nossos.

Para dar uma contribuição concreta, deixo as seguintes perguntas: para que servem os nossos pinheiros? O que fazer com tanta água do mar? Como se poderá aproveitar a noite escura do interior?

Procure as respostas no fundo da página 10 ou então dentro da sua cabeça.

Os nossos parceiros

 

Melchior Moreira

Presidente da TPNP-ER

Porto e Norte de Portugal: A excelência de um destino turístico com experiências únicas

 

Apostando claramente no crescente sucesso de um destino turístico que é hoje uma importante referência, nacional e internacional, pretendemos fundamentalmente dar continuidade a um projeto de afirmação e consolidação. Para o efeito, a TPNP-ER (Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal), desenvolve este ano o seu trabalho centrado em atividades que visam, não só a melhoria do conhecimento do destino, como o reforço da diferenciação e da excelência da marca. Daí que divulgar a região junto de potenciais investidores para projetos ligados ao turismo e a outros setores económicos relevantes, bem como, promover o destino junto e através de líderes de opinião seja um dos nossos grandes objetivos a atingir.   

Deste modo, para além de atividades junto do mercado interno, a grande novidade reside agora em ações dirigidas a todo o Mercado Ibérico, especialmente desenvolvidas através de campanhas de promoção turística inovadoras, tendo na sua base uma LOJA INTERATIVA DE TURISMO MÓVEL, designada por TOPAS (Tourism Office Public Auto Service), projeto que estamos a desenvolver em parceria com a “Caetano Bus, S.A”.

Para além disso, com uma visão estratégica absolutamente inovadora, estamos a alargar a nossa rede de Lojas Interativas de Turismo, incluindo neste mesmo projeto os Municípios do Douro, estando até ao momento contratualizadas 65 lojas no total, de entre as quais 27 já abertas e as restantes em funcionamento até Junho de 2015.

 

 

Entretanto, no que às áreas do Marketing, Promoção e Comunicação diz respeito, estamos no momento a trabalhar com vista à implementação de um Plano de Marketing Turístico para o Porto e Norte de Portugal, iremos implementar um pioneiro Plano Estratégico de Turismo Acessível em Portugal, destinado ao território do destino Porto e Norte, e, com base num projeto de comunicação novo, apostamos numa revista trimestral temática, em campanhas e ações de comunicação online, destinadas ao mercado ibérico, no marketing digital e na edição de novos materiais promocionais. Daremos ainda especial atenção à participação em feiras de turismo e outras, de entre as quais, por exemplo, têxteis, calçado, móveis e ourivesaria; ao apoio a Visitas Educacionais e Press Trips; ao apoio do investidor reforçando os serviços prestados nesta área e efetuando uma parceria com a AHRESP com o objetivo de abrir na região o balcão BUE (Balcão Único Empresarial), e ainda, apostamos nos eventos, de entre os quais serve aqui de exemplo o WINE FEST - um grande evento que pretende associar a arquitetura, o património, a gastronomia e os vinhos à paisagem, aos recursos naturais e às pessoas, reforçando a notoriedade internacional da região e dos seus quatro sub-destinos (Minho, Porto, Douro e Trás os Montes).

 

DINAMIZAR O TERRITÓRIO, ENVOLVER O SECTOR PUBLICO E PRIVADO, VALORIZAR O POTENCIAL DA NOSSA OFERTA E ATINGIR NIVEIS DE SUSTENTIBILIDADE QUE CONTRIBUAM PARA O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE SÃO OS NOSSOS DESAFIOS PARA CONTINUARMOS A CRESCER EM DORMIDAS, EM TURISTAS E EM PROVEITOS E ASSIM CIMENTARMOS O NOSSO DESTINO NO PODIO DOS DESTINOS NACIONAIS DE TURISMO.

 


Os nossos cursos

Cultura do Vinho e Enoturismo é autenticidade que se prova e uma paixão que se Vive!

 

Josefina Salvado

Coordenadora do Short Master em Cultura do Vinho e Enoturismo

 

 

A Universidade Portucalense segue uma filosofia de especialização estratégica, apostando na maior disponibilidade do conhecimento, na partilha e fomento do seu uso competitivo nas organizações. Foi neste enquadramento que o departamento de Turismo, Património e Cultura desenhou e lançou um Short Master ligado à temática da Cultura do Vinho e Enoturismo.

O vinho, a vinha e a cultura vínica podem afirmar-se como um produto cultural, tornando-se no principal tema de desenvolvimento turístico na maioria dos territórios vitivinícolas, em Portugal. O conhecimento dos diversos territórios e rotas vinícolas e a sua integração com a paisagem vinhateira, com as heranças culturais de património material e imaterial, com as sinergias entre empresas e entidades locais e o desenvolvimento do potencial humano, é a estratégia chave deste Short Master em Cultura do Vinho e Enoturismo.

Este programa vai ao encontro das expectativas dos turistas que procuram os valores culturais e patrimoniais, apreciando o que é genuíno e ávidos de experiências únicas de enoturismo. Pretende-se assim, habilitar profissionais preferencialmente da área do turismo e/ou do património a explorar práticas inovadoras associadas ao mundo do vinho e ao enoturismo, bem como difundir a importância dos modelos de cooperação em rede, entre todos os players com interesses pelo desenvolvimento dos territórios e configurar a identidade das diferentes regiões tornando-a um motor de atração turística.

 

 

A inserção do ciclo de estudos nas realidades culturais e sociais da cidade torna-se um imperativo, sendo a ponte entre tais realidades estabelecida através do turismo. Acreditamos que a formação académica não se deve limitar às paredes da universidade, mas impulsionamos que os alunos procurem estabelecer contactos e dinamizar propostas fora de portas, valorizando a cidade e as suas ofertas, nos campos do património, tanto móvel como imóvel, assim como do turismo.

Após o primeiro ano letivo, com unidades curriculares que têm como objetivo aprofundar os conhecimentos técnicos, os alunos terão a possibilidade de optar pela dissertação, estágio e projeto, com um leque ilimitado de temáticas, sendo a salvaguarda do património o ponto de chegada e um objetivo comprido.

 

 

O curso decorrerá no período de Outubro 2014/Janeiro 2015, em Horário pós-laboral com 8 horas semanais (6ª Feira: 18:00-22:00 e Sábado: 9:00 as 13:00), incluindo as seguintes temáticas: A cultura do vinho: História e Património vitivinícolas; Enologia e Enogastronomia: técnicas e tipos de harmonização; Enoturismo e Rotas do Vinho; Marketing e promoção do património enoturístico; Estudos de casos de sucesso e Projeto em enoturismo.

Este Short Master de Cultura do Vinho e Enoturismo, que pode ser observado em detalhe em http://www.upt.pt/curso.php?e=457, ambiciona potenciar competências entre a UPT e os parceiros envolvidos, construindo-se assim uma forte aproximação da academia ao negócio do enoturismo, nacional e internacional. As inscrições encontram-se abertas de 15 de Julho a 30 de Setembro 2014.

 

Os nossos alunos

 Produtos Portugueses em desenvolvimento pelos alunos de Informática e de Turismo

 

 

"Produtos Portugueses" é um site que foi criado no âmbito da disciplina de Cultura pelos alunos do curso de Informática/TSI da Universidade Portucalense, com auxílio dos docentes Celestino Alves de Macedo e Isabel Vaz de Freitas. Este site tem como propósito revelar o que Portugal pode oferecer em termos de gastronomia, vinhos, monumentos, património natural, artesanato e património imaterial. Pretendemos divulgar diversos conteúdos sobre as temáticas referidas, de forma fácil e acessível, e oferecer informações históricas e técnicas sobre estes produtos que no âmbito do turismo são bastante significativos. A informação estará traduzida em inglês, francês e espanhol, de modo a alcançar os visitantes de uma forma global e internacional. O site está finalizado na sua conceção, será, no próximo ano letivo, trabalhado nos seus conteúdos pelos alunos de Turismo da UPT. A ideia é: divulgar Portugal e o que é português.

 

 

Destaques

Igrejas do Centro Histórico do Porto assinam protocolo de colaboração com a Clínica de Conservação e Restauro

 

No dia 22 de Julho assinou-se protocolo com as Igrejas e capelas de S. José das Taipas, Igreja de S. Nicolau, Igreja de S. João Novo, Igreja de Nossa Senhora da Vitória, Capela de S. Salvador, Capela de Nossa Senhora do “Ó”, Capela da Lada. O Núcleo de Investigação em Turismo, Património e Desenvolvimento do Território irá desenvolver projetos de estudo, conservação, proteção e restauro das Igrejas para posteriormente desenvolver um enquadramento turístico religioso no Centro Histórico do Porto.

 


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