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Artigos da Newsletter Institucional julho 2014

Nº37 – julho 2014
Destaques

Investigação em Direito com 205M€

Segundo o relatório de avaliação elaborado pela Fundação para Ciência e Tecnologia (FCT) e Fundação Europeia para a Ciência (ESFA), o Instituto Jurídico Portucalense (IJP) tem “a melhor liderança científica disponível no mundo”.

Atualmente com sete projetos internacionais em curso e cerca de 60 doutorados de 15 nacionalidades diferentes, o Instituto irá receber, a partir do próximo ano, e pela primeira vez, financiamento do governo português.

“O IJP existe desde 1986 e, até à data, nunca tivemos, porque nunca o solicitamos, financiamento do Governo português. De facto, os nossos esforços na captação de recursos financeiros têm sido canalizados para o financiamento comunitário onde apresentamos um registo único na área científica do Direito, em Portugal, com uma taxa de sucesso de 100%”, afirma José Caramelo Gomes, diretor do Instituto.

De acordo com Caramelo Gomes, em particular no que respeita ao financiamento à criação de redes de investigação, ações COST e em 2013, o IJP conseguiu colocar três dos seus investigadores, enquanto representantes de Portugal, na administração de três das seis ações aprovadas pela União Europeia na área das Ciências Sociais.

Atualmente os projetos do Instituto são financiados, sobretudo, pela União Europeia, mas também pelo setor privado ou, até mesmo, por entidades internacionais, como os governos austríaco ou holandês que são financiadores de alguns dos projetos internacionais em curso.

Considerado pela FCT e a ESFA um pólo dinamizador de desenvolvimento económico e cultural da cidade do Porto, dotado com a melhor liderança científica disponível na atualidade, o IJP é a única unidade de investigação em Ciência Jurídica na Península Ibérica, a ter uma abordagem integrada e empírica à investigação científica em Ciências Jurídicas.

Atualmente, o instituto tem 60 investigadores doutorados de cerca de 15 nacionalidades diferentes, entre Europa, América Latina e Ásia, e no curto prazo prevê a entrada de investigadores da América do Norte.
 


Aposta nas parcerias para aumentar a empregabilidade

A Universidade Portucalense possui mais de 100 parcerias com empresas e instituições de referência que permitem aos estudantes das várias áreas de conhecimento e ciclos de estudos um contacto próximo com as dinâmicas do mercado de trabalho, desde o primeiro momento.

Há mais de 25 anos que são desenvolvidos estágios curriculares, no âmbito dos cursos de Informática e Tecnologias de Informação, em Bancos, empresas industriais, “Software Houses” ou Consultoras. Para além dos estágios curriculares, os estudantes das diferentes áreas dos cursos da UPT realizam estágios de verão, projetos de investigação e seminários no âmbito das unidades curriculares e extra curriculares.

É tradição que nos meses de verão, alunos finalistas em Direito participem em estágios em sociedades de advogados e advogados, parceiros da universidade.

Nas áreas de Psicologia e Educação Social os estágios curriculares decorrem em diversas instituições de saúde públicas e privadas, escolas ou autarquias. As mais recentes parcerias são com o Hospital São Sebastião, em Santa Maria da Feira, e com a Liga Portuguesa contra o Cancro.

Já os estudantes de Turismo são integrados em hotéis, agências de viagens, museus e empresas do setor turístico, onde a “experiência de formação em contexto de trabalho é muito enriquecedora para o desenvolvimento pessoal e profissional”, refere Isabel Freitas, Diretora do Departamento de Turismo, Património e Cultura.

Com este contacto permanente com o mercado de trabalho, a Universidade Portucalense apresenta uma oferta formativa direcionada ao desenvolvimento de competências mais valorizadas pelo mercado de trabalho e reforça a empregabilidade dos seus alunos.
 


Economia e Gestão mais próximas do mercado

As licenciaturas de Economia e de Gestão têm um novo plano de estudos que resulta de uma estratégia de maior aproximação às necessidades empresariais, designadamente à internacionalização, e às exigências do mercado de trabalho, quando se valoriza um perfil profissional transversal e com um conhecimento multidisciplinar.

“As vantagens competitivas dos novos planos de estudos assentam na dinâmica de resposta às necessidades concretas do mercado e no reforço do corpo docente. O objetivo é garantir uma maior taxa de empregabilidade na zona de excelência onde a universidade opera, o norte de Portugal”, afirma Alfredo Marques, Vice-Reitor da UPT.

No que respeita ao curso de Gestão, a reforma consiste no reforço do número de matérias obrigatórias na área das Ciências Empresariais, em conjugação com uma formação em áreas transversais como as Ciências Jurídicas, os Métodos Quantitativos e a Informática.

Já em Economia a reestruturação, para além de incidir no reforço de matérias obrigatórias nas áreas de maior utilidade para as organizações, pretende também alargar os horizontes dos estudantes tendo em conta os desafios da economia globalizada atual.

Adianta ainda que “está prevista uma reforma dos planos de estudos do 2º ciclo nestas áreas, como prolongamento das reformulações agora efetuadas e dentro do mesmo espírito”.
 


Testemunho: “Nunca é tarde para aprender”

“Com mais de 60 anos, com uma carreira profissional praticamente concluída, não foi a qualificação para emprego que me motivou. Nunca tinha pensado em exercer qualquer atividade no âmbito da Psicologia. A realização pessoal e a busca de um conhecimento sistematizado no domínio do "eu os outros e o mundo", estiveram em primeiro lugar na opção de fazer a licenciatura. Acresce que entendi também que o meu exemplo poderia ser útil para os meus filhos e os meus netos - nunca é tarde para aprender.

Fazer um balanço implica assumir que chegamos a fim do nosso objetivo, da nossa tarefa. Concluída a licenciatura e quase concluído o mestrado, sinto que fiz uma escolha interessante, e, que escolhi uma área de estudo em constante evolução, que se transforma num desafio permanente. O conhecimento é sempre positivo, pelo que o meu balanço contínuo diz-me que a Psicologia é uma espécie de "joker" que se pode jogar em todos os jogos multidisciplinares e nos habilita com uma nova visão do entendimento que podemos ter da nossa realidade.

Concluído o Mestrado em Psicologia Clínica, admito realizar um Doutoramento dentro da mesma área e, simultaneamente, realizar o estágio para a Ordem dos Psicólogos. Depois se verá o que farei com as habilitações adquiridas. Mas como ponto de partida, assumo que é minha obrigação moral, ética e cívica partilhar o conhecimento adquirido. O futuro dirá da forma como melhor se poderá operacionalizar tal intenção.

A todos os que têm dúvidas se devem ou não inscrever-se no regime de "Maiores de 23", dirijo apenas uma palavra: Inscrevam-se! Todos temos a obrigação, perante nós próprios, de promover a nossa valorização pessoal. Se ela se cumula com a possibilidade de nos habilitar para uma carreira profissional e nos permite o divertimento de adquirir novos conhecimentos, reúnem-se as condições que dissipam dúvidas sobre aquelas que podem ser as nossas opções de vida. Na vida é sempre cedo, nós é que às vezes nos deixamos entardecer. Inscreva-se e desfrute, durante e no futuro, é o que me ocorre dizer a todos os que (maiores ou muito maiores de 23) têm dúvidas em tomar a decisão de se inscrever num curso superior.

Quando cheguei à Universidade já tinha mais de 40 anos de trabalho e continuei a trabalhar durante o curso. Ainda que não tivesse obtido nenhum aproveitamento académico, o saldo final seria sempre positivo. Confrontei-me com um conhecimento sistematizado e estruturado que deu sentido a todo o conhecimento adquirido aleatoriamente ao longo da vida. Como quase todos os colegas tinham idade para ser meus filhos, e alguns até meus netos, confrontei-me com a possibilidade de atualizar a minha visão sobre os mais jovens, rejuvenesceu-me mentalmente e permitiu-me perceber melhor a evolução do meu universo familiar e social. E, não menos importante, com as habilitações adquiridas posso até mudar de vida, se quiser fazê-lo. Se me fosse pedido que criasse um “slogan” publicitário para promover os “Maiores de 23” diria qualquer coisa como: "Com +23 ou +46 habilite-se e divirta-se"!

José Manuel Andrade, Licenciatura em Psicologia e Mestrado em “Psicologia Clínica”, no regime “Maiores de 23”.
 



Jovens alunos sem hábitos de poupança

Os adolescentes portugueses não têm uma formação financeira adequada às necessidades quotidianas, concluiu o estudo “Literacia Financeira: estudo aplicado aos alunos do 3º ciclo do ensino básico e secundário”, desenvolvido por Eugénia Ribeiro, no âmbito do Mestrado em Finanças.

Os adolescentes portugueses não têm uma formação financeira adequada às necessidades quotidianas, concluiu o estudo “Literacia Financeira: estudo aplicado aos alunos do 3º ciclo do ensino básico e secundário”, desenvolvido por Eugénia Ribeiro, no âmbito do Mestrado em Finanças.

A investigação envolveu 136 jovens alunos do 3º ciclo e do ensino secundário, tendo concluído que os alunos não são capazes de gerir as suas finanças, não possuem hábitos de poupança, nem estão familiarizados com a linguagem financeira.

“Para se criar uma educação financeira eficaz é necessário aproximar os pais da escola, pois são eles que transmitem aos jovens os valores e hábitos de compra que começam em casa, e é preciso que o papel da escola passe por disponibilizar conceitos, como custos, poupança, características de um bom empreendedor, entre outros”, afirma Eugénia Ribeiro.

A autora do estudo defende ainda que os alunos têm que ser formados, desde a adolescência, para as questões económicas e financeiras, de forma a adquirirem uma relação saudável com o dinheiro, competências para poupar e planear as suas despesas, tomar decisões e fazer escolhas financeiras, sem grandes oscilações económicas ao longo das suas vidas.

“Para que a instrução financeira vá em frente é preciso torná-la obrigatória e a forma mais segura de garantir que esse conhecimento seja transmitido é a sua inclusão no currículo escolar”, considera Eugénia Ribeiro.
 



Investir em conhecimento para crescer profissionalmente

A 6ª edição do “MBA para Gestores de PME” encerrou com a conferência “Competitividade e Continuidade das PME” com contou com a participação de Joaquim Pereira Mendes da Sonae Sierra, António Nogueira Costa da EF Consulting, e Paulo Sousa Ramalho da Câmara Municipal da Maia.

Isabel Carvalho, Coordenadora Comercial da Aqualongo, foi uma das finalistas. Indica que apostou no curso para “fazer um ‘refresh’ e certificar o conhecimento e a experiência adquiridos ao longo dos anos de serviço”. O investimento na aprendizagem tem um objetivo já traçado – subir mais um degrau na carreira profissional e ser Diretora Comercial da empresa onde trabalha.

Considera que o MBA “foi o complemento para aprender e reforçar a ideia relativamente às características de um bom gestor – ser empreendedor, objetivo, comunicativo, futurista, saber ser e transmitir confiança, delegar e ser imparcial”.

As candidaturas à 7ª edição do “MBA para Gestores de PME” estão já abertas. A formação dirige-se a executivos que atuam no tecido empresarial português dominado pelas Pequenas e Média Empresas.
 




Estudante de Gestão estreia-se volante de um Aston Martin

Miguel Lobo, estudante de Gestão, irá estrear-se na prova do Campeonato de Portugal de Montanha, a “Rampa da Capital do Móvel”, em Paços de Ferreira, ao volante de um Aston Martin V8 Vantage, na classe GT4, a 23 de julho. A “Comunica UPT” falou com o futuro gestor que sonha desde pequeno em ser piloto.

Comunica UPT: Quais as motivações que o levaram à prática deste desporto?
Miguel Lobo: O desporto automóvel sempre fez parte dos meus sonhos. Apesar de não ter na família nenhum apaixonado pela modalidade, sempre fui um aficionado por automóveis e por corridas. Poder concretizar aquilo com que sempre sonhei motivou-me para trabalhar, cada vez mais e melhor, de forma a correr o mais profissionalmente possível, e dar retorno a todos os parceiros que acreditaram em mim e no meu valor.

Onde treina e com que frequência?
O desporto automóvel tem a particularidade de ser ridiculamente caro, o que faz com que nesta fase, e devido ao orçamento alcançado, realize apenas um ou dois treinos com o carro antes de cada prova. Para além disso, continuo a fazer treinos de “karting” para ganhar resistência e ritmo e pratico entre 6 a 8 horas de ginásio semanais.

O que mudou na sua vida com a prática da modalidade?
A prática deste desporto obrigou a que organizasse o meu tempo, de uma forma ainda mais eficaz, na medida em que, para além de estudar, tenho um cargo de direção na empresa de mobiliário criada pelos meus pais. Aprendi, ainda, a gerir de forma clínica as emoções, pois num desporto como este, a gestão de emoções é fundamental para um bom resultado.

Quais são os seus objetivos desportivos?
O objetivo para este ano é fazer apenas uma ou duas provas com o objetivo de me habituar ao carro, divulgar todos os parceiros e apresentar-me como piloto. Para 2015 estou a trabalhar num projeto para o campeonato nacional de velocidade ou até mesmo o campeonato europeu de GT4. No entanto, ambas as competições serão realizadas em parceria com um outro piloto e só avançarei se conseguir reunir todas as condições para o fazer de forma profissional, ou seja, angariar apoios financeiros suficientes.

Como está a preparar a “Rampa Capital do Móvel” do próximo dia 26 de julho?
A preparação está a ser feita com a atenção a muitos detalhes - desde a preparação física, aos cuidados com a alimentação, ao treino com o carro e à comunicação da participação.

Como encara esta prova?
Nunca deixando de ser competitivo, o objetivo passa por terminá-la, desfrutando ao máximo do carro fantástico que é o Aston Martin (com 500 cavalos) e, acima de tudo, apresentar o carro, o projeto e todos os meus parceiros nesta prova que se realiza à "porta de casa" (vive em Paredes).

Quais são os seus objetivos académicos e profissionais?
Academicamente, pretendo terminar a licenciatura em Gestão e prosseguir com o mestrado na mesma área. Cresci no meio da empresa dos meus pais e dos negócios, e motiva-me aprofundar os conhecimentos nesta área. Profissionalmente, o objetivo passa por dar continuidade ao trabalho que já estou a fazer, consolidando o processo de internacionalização da empresa e corrigindo todo o seu processo produtivo.
 


Inscrições para “Erasmus Buddy”

Os estudantes da Universidade Portucalense que pretendam ser “buddy” (amigo) de um estudante estrangeiro em programa de mobilidade e intercâmbio “Erasmus”, no próximo ano letivo, devem inscrever-se até 30 de julho no Gabinete de Relações Internacionais.??

O “Erasmus Buddy” pretende facilitar a integração do estudante estrangeiro que a UPT recebe na comunidade académica e na cidade. Para quem procura uma experiência de vida, de amizade e de interculturalidade, esta é uma iniciativa a não perder.
 











CMP atribui bolsas de estudo

No ano letivo 2014-15, a Câmara Municipal do Porto irá atribuir “Bolsas de Estudo para o Ensino Superior” que abrangem a isenção de propinas durante um ciclo de ensino, em cinco instituições de ensino superior do Porto, entre as quais a Universidade Portucalense.

As bolsas de estudo destinam-se a estudantes que agora terminem o 12.º ano de escolaridade, de escolas públicas e beneficiários da ação social escolar ou equiparados, residentes no concelho do Porto.

O critério de atribuição das bolsas irá basear-se na média de notas, seguido do escalão de beneficiário. Além dos estudantes atualmente a finalizar o ensino secundário, haverá um concurso paralelo para os estudantes com mais de 23 anos. Estes candidatos terão que cumprir os mesmos requisitos e estarem em situação socioeconómica equiparada aos beneficiários de ação social.

O número total de bolsas será de 16: 12 para os alunos do 12.º ano de escolaridade e 4 bolsas para alunos maiores de 23 anos.

O projeto visa "a promoção da igualdade de oportunidades no acesso ao ensino superior" e é promovido pelo Pelouro da Educação, Organização e Planeamento da autarquia portuense.
 


“Aprender sempre e com todos”

Depois de uma primeira candidatura ao curso de pilotagem marítima que abandonou antes de começar, Anny Sarea inscreveu-se na Universidade Portucalense em Informática. Hoje, tem como missão garantir a implementação da reforma da Administração Financeira do estado moçambicano.

Imaginava tornar-se programadora, no entanto, percebeu mais tarde que apostaria “em outras vertentes e possibilidades do curso, como a gestão de projetos de desenvolvimento de Sistemas de Informação”.

Da Universidade, para além do conhecimento, aprendeu a “ética profissional com cada professor e cada assistente administrativo. Foi uma aprendizagem muito valiosa, no sentido em que aprendi a seriedade e a perfeição no trabalho com profissionais que moldaram, desse modo, a minha personalidade profissional. Com muito rigor e exigência colocaram-me desafios que, hoje, reconheço serem uma mais-valia no mercado de trabalho”, explica.

A licenciatura permitiu-lhe “saber fazer com qualidade e perfeição, respeitando prazos definidos” e, também, a necessidade da aprendizagem contínua: “devemos estar sempre prontos para aprender mais e aperfeiçoar todas a qualidades que temos a nível profissional”. No seu entender, o seu sucesso profissional fica a dever-se “em primeiro lugar, à qualidade do ensino, e, em segundo, à componente do esforço individual”.

Quando entrou no mercado de trabalho, recorda-se do “orgulho da mãe” pelos elogios profissionais que lhe foram dirigidos. Revela que os docentes Filomena Lopes e Fernando Moreira a “marcaram bastante pela permanente disponibilidade, mesmo à distância, ao longo e após o curso”.

O maior desafio que tem é “conciliar as inovações em Tecnologias de Informação com os projetos de reforma que dirige. E nesta área, devemos saber fazer ou saber encontrar recursos que o façam na perfeição”.

Para competir no atual mercado de trabalho competitivo e global, Anny considera que é fundamental a “inovação, nunca parar de aprender. Aprender com todos, pois cada um tem algo a ensinar”. Atualmente, está a terminar o mestrado em “Engenharia de Software”. O Doutoramento é a etapa seguinte para “um maior aperfeiçoamento na função e, para isso, preciso de conhecimento”.

Ao recém-licenciado e ao profissional no ativo, recomenda “começar a profissão, enquanto estuda, dar o melhor, o impossível, e nunca deixar de ser o melhor na sua área”.

Daqui a um ano, espera estar “ser melhor do que sou agora”. A mãe é a sua inspiração - “fez de tudo para que eu pudesse ter a melhor educação possível e tive”. Tem como lema de vida “a sorte é o cruzamento entre a competência e uma grande oportunidade”.
 



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