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Artigos da Newsletter Institucional abril 2014

Nº34 – abril 2014
Destaques

UPT reestrutura Departamentos

Economia, Gestão e Informática (DEGI), Psicologia e Educação (DPE) e Turismo, Património e Cultura (DTPC) são os três novos departamentos, anunciados a 9 de abril pelo reitor Guilherme de Oliveira. "Dar identidade, coerência e legibilidade, por um lado, e maximizar a colaboração interdepartamental e as sinergias que valorizem a universidade, por outro lado", são os principais objetivos da mudança.

O DEGI resulta da fusão do Departamento de Ciências Económicas e Empresariais (DCEE) com o Departamento de Inovação, Ciência e Tecnologia (DICT) e irá focar-se na inter-relação, cada vez mais crescente, entre a Tecnologia, a Gestão e as Empresas. Será liderado por Filomena Castro Lopes e terá Cristina Leal como subdiretora.

O Departamento de Ciências da Educação e do Património, devido às diversas áreas científicas que englobava, dá agora lugar a dois novos departamentos - o DPE e o DTPC, sob a égide de Ana Conde e Isabel Freitas, respetivamente.

O Departamento de Direito não foi alvo de alterações, mantendo-se a direção com Manuela Magalhães.

Na cerimónia de tomada de posse, Armando Jorge de Carvalho, Presidente da Direção, reforçou a ideia que da reestruturação emana uma “mescla de juventude e de experiência, dedicação e competência”. Defendeu a necessidade de “mais trabalho de equipa, pro-atividade e transdisciplinaridade” para enfrentar os desafios internos e externos e o “trabalho árduo” para “reforçar o nome da Universidade Portucalense como uma escola de referência”.
 


Estudantes criam empresas tecnológicas

“Quick Route City” e “Space2Business” são as primeiras empresas criadas por estudantes da Universidade Portucalense. Os dois projetos empresariais relacionados com as tecnologias móvel e web venceram a primeira edição do NET (Núcleo de Empresas Tecnológicas) e já se instalaram nos escritórios cedidos pela universidade, no Piso 5.

Na vida de uma empresa, “os primeiros passos são sempre os mais difíceis, mas com a Universidade serão mais fáceis”, começou por dizer o vice-reitor Alfredo Marques na “Sessão de Apresentação” do NET-UPT. Na ocasião, apelou à interdisciplinaridade dos projetos - “o empreendedorismo é transversal a todas a áreas de conhecimento” - e ao desenvolvimento do espírito empreendedor.

Coube a Filomena Castro Lopes, Diretora do Departamento de Economia, Gestão e Informática, anunciar os projetos vencedores e os seus autores. Foram eles o “Quick Route City” de Airton Camboa, Hélder Cunha, Vasco Freitas e Rafael Galrito e o “Space2bBusiness” de Carlos Martins, João Silva e Luís Gonçalves.

“Quick Route City” é uma aplicação direcionada para o Turismo que apresenta três fatores diferenciadores – mobilidade, inovação e partilha de informação – e tem a ambição de estar disponível na “web” e em dispositivos móveis.

A “Space2bBusiness” é uma plataforma “web” que desafia alterar o paradigma da realização de negócios, prevendo estar disponível no próximo ano.

Sublinhe-se que o Núcleo de Empresas Tecnológicas foi lançado em janeiro deste ano, com a missão de estimular a criação de uma rede de pequenas ou microempresas, por atuais ou antigos alunos da universidade, premiando, anualmente, os melhores projetos com apoio ao nível logístico, de informação e de consultoria.

As candidaturas deste ano foram avaliadas por uma Comissão de Avaliação composta por um membro da Reitoria, Celestino Alves (docente), Cristina Fernandes (docente), Fátima Tavares (IAPMEI) e Lourenço Antunes (Primavera).

Até 2017, a Universidade perspetiva acolher sete novas empresas que cruzem conhecimentos multidisciplinares.
 


Constitucionalismo e Direitos Humanos em debate

A Universidade Portucalense organiza nos próximos dias 27 e 28 de abril o II Congresso de Estudos Ibero-Americanos, sob o tema “Sistemas de Justiça, Constitucionalismo e Direitos Humanos”.

O primeiro dia integra uma mesa redonda subordinada ao tema "Educação e Investigação em Direitos Humanos", dirigida exclusivamente a especialistas e investigadores membros do Grupo de Investigação Internacional "Dimensions of Human Rights" do Instituto Jurídico Portucalense.

No segundo dia, a conferência contará com diversas comunicações de protagonistas internacionais de relevo, entre os quais, Esther Martínez Quinteiro (Universidade de Salamanca), Antonio Manrique de Luna (Universidad de Deusto), Euzelene Rodrigues Aguiar (Universidade do Estado da Bahia), Flávio Romero Guimarães (Universidade Estadual da Paraíba) ou Elder Lisboa Costa (Universidade da Amazónia). O programa encontra-se disponível na íntegra em www.upt.pt.
 


Investigação Internacional em Direito reúne na Portucalense

O Instituto Jurídico Portucalense (IPJ) acolheu a quinta reunião do projeto “Casebook on the Horizontal Effects of European Union Law”, em que participaram especialistas de nove nacionalidades.

“Este trabalho faz parte de um ambicioso projeto global – “IUS Commune Casebook” que promove a colaboração entre investigadores de toda a Europa, que juntaram esforços para realizar uma análise profunda do Direito Comparado, em diversas áreas da Ciência Jurídica, proporcionando à escala mundial uma coleção de “casebook’s” que irão permitir a estudiosos, académicos, profissionais e magistrados um estudo harmonizado”, explica José Caramelo Gomes, Diretor e Investigador do IPJ.

O “IUS Commune” é uma parceria entre um conjunto alargado de universidades europeias (Maastricht, Lovaina e Tilburg, em parceria com Hart Publishing de Oxford). O trabalho dará origem à 7ª publicação da série “IUS Commune Casebooks for the Common Law of Europe” que estará disponível no 1º semestre de 2016.

José Caramelo Gomes, Noémia Bessa Vilela, Artur Hartkam, Jean-Sylvestre Berge, Anna Maria Mancoleon e Blandine Bonnamour representam o IPJ neste projeto.
 



A experiência incrível de fazer “Erasmus”

Miguel Marinho e Joel Dias, estudantes de Direito e de Gestão Hoteleira, revelam como o programa “Erasmus” na Polónia e na Turquia, durante o primeiro semestre, mudou as suas vidas.

Miguel Marinho, estudante de Direito, foi para Poznan com mais quatro colegas, “apesar de cada um depois ter seguido a sua vida”. Considera que foi “experiência e uma aventura” que voltaria a repetir. Através do inglês e do espanhol conheceu novas culturas e foi surpreendido com o “rigor e a boa educação”.

Aconselha a experiência que é determinante para o desenvolvimento pessoal: “temos de resolver os problemas sozinhos, porque não temos a família por perto que nos possa ajudar”. Confessa que as saudades foram muitas e falava diariamente, “às vezes mais do que uma vez”, com os pais via “Skype”. Durante esse período aproveitou para visitar as cidades de Berlim e Praga.

Já Joel Dias, estudante de Gestão Hoteleira, esteve em Antalya, onde experienciou uma “entreajuda nunca vista”, onde via “beber chá a toda a hora” e se assustou com o facto de “não se cumprir os sinais de trânsito”. Com mais dois colegas de “Erasmus” “deu um salto” a Israel, Palestina e Jordânia.

Ambos de volta à Portucalense, mostram-se saudosos dos dias longos que “davam para fazer tudo” - “aqui não temos tempo para nada”, dizem.
 


ELSA analisa futuro das profissões jurídicas

Mais de 100 estudantes de Direito, nacionais e estrangeiros, estiveram reunidos na Universidade Portucalense, com o objetivo de encontrar soluções para o futuro das profissões jurídicas em Portugal, procurando diminuir as disparidades existentes em comparação com outros países europeus.

Esta reunião surgiu no âmbito do Conselho Geral Nacional dos vários núcleos nacionais da Associação Europeia de Estudantes de Direito (ELSA) que tem como objetivo lançar a discussão sobre o desenvolvimento das atividades ELSA Portugal, com particular incidência sobre os temas que assombram os recém-licenciados da área de Direito.

“Comparando o nosso Direito, e as condições de acesso às profissões jurídicas, com o existente no resto da Europa, verificamos uma disparidade para além do imaginável”, afirmou Márcio Castro, presidente da ELSA Portucalense.

“Em Portugal a legislação não protege os recém licenciados e é nesse âmbito que todos os núcleos nacionais da ELSA têm um papel. É nosso dever trabalhar para que os estudantes, ao terminarem os seus cursos, tenham uma oferta de estágios superior à existente”, explicou.

No Conselho Geral Nacional estiveram reunidos todos os núcleos nacionais da ELSA que, em conjunto, pretendem criar novos projetos, planear o futuro da associação a nível nacional e internacional, discutir problemáticas jurídicas nacionais e encontrar soluções.

A organização de feiras de emprego, estágios nacionais e internacionais, seminários, conferências e outras atividades académicas são já algumas das iniciativas que a ELSA Portucalense desenvolve para ajudar os estudantes da área de Direito a serem bem-sucedidos, mas que por si só não são suficientes para que os recém-licenciados sejam todos absorvidos pelo mercado de trabalho.
 


“Smart Day” para alunos do ensino secundário

A 30 de abril, a UPT organiza o “SmartDay”, um evento com várias sessões experimentais e demonstrativas nas áreas da multimédia e realidade virtual, dirigido a alunos de escolas secundárias e colégios das áreas de Ciências e Tecnologias.

“VR - Virtual Mirror (Ray-Bahn)”, a mais nova experiência real aumentada que permite experimentar virtualmente os últimos modelos de óculos da marca, a programação de jogos com a criação de um clone do “FlappyBird” ou “What's Your Dream Job?”, um jogo de pergunta/resposta de descoberta da profissão, são algumas das sessões previstas.

O “SmartDay” contará ainda com a participação de empresas na área das Tecnologias de Informação que estarão presentes com “stands” de informação.

Os estabelecimentos de ensino interessados em participar devem proceder à inscrição “on-line” através do site http://smartday.upt.pt, indicando o horário preferencial (10h-12h30m ou 14h30-17h) e o número de alunos. Para informação adicional do evento contactar através do endereço de email smartday@upt.pt.
 


Candidaturas abertas Erasmus 2014-15

Até 30 de abril estão abertas as candidaturas “on-line” para a realização da mobilidade internacional no âmbito do “Erasmus+ 2014/15”, programa da União Europeia para a Educação, Formação Juventude e Desporto.

No ano letivo anterior, 24 estudantes da Universidade Portucalense estiveram em “Erasmus” em países como Alemanha, Espanha, Bélgica, Hungria, Polónia e Turquia.

Por cada ciclo de estudos, o estudante pode realizar um período de mobilidade (quer de estudos quer de estágio) até um máximo de 12 meses, incluindo o período de estágio como recém-graduado. Os períodos de estudo podem ter uma duração entre 3 a 12 meses no máximo, incluindo um período de estágio, se planeado. Os períodos de estágio podem ter uma duração entre 2 a 12 meses.

Para mais informações, os estudantes da Universidade Portucalense devem contactar o Gabinete de Relações Internacionais (ri@upt.pt).
 


Atelier de Azulejaria Portuguesa

Para assinalar a importância do Património, a UPT irá organizar o Atelier “Lugares de Memória: Azulejaria portuguesa”, no dia 14 de maio, que será aberto a escolas de Artes e de Conservação e Restauro.

A riqueza do património azulejar do país e do norte, em particular, e a sua importância para o conhecimento do percurso da história, é o mote do evento que visa sensibilizar para a sua correta preservação e apresentar algumas das fases de conservação e restauro de painéis azulejares que a Clínica de Conservação e Restauro da Universidade Portucalense tem desenvolvido.
 


Percurso

Portucalenses criam videojogos distribuídos em todo o mundo

Paulo Gomes, CEO da Bigmoon Studios e docente da Universidade Portucalense, lidera uma empresa que desenvolve desde 2008 videojogos já são um sucesso em todo o mundo, tais como “WRC 3”, “MotoGP 13”, “Jagged Alliance: Back in Action”, este último um videojogo que já vendeu mais de 170 mil unidades.

Da equipa com 30 colaboradores destacam-se cinco “Portucalenses” - Ricardo Ferreira, Adélio Rangel, Nuno Veloso, Joel Silva e Pedro Pinho - antigos alunos de Paulo Gomes.

Para o gestor é claro: “É preciso ser bom aluno na universidade; só os melhores são acolhidos na empresa. No entanto, também é necessário dinamismo, ambição e paixão pelos videojogos que testamos no período de estágio (sempre de três meses)”.

Indica que nesta atividade, em particular, “a universidade ensina cerca de 30%, e é a base fundamental, enquanto o dia-a-dia de trabalho, com a equipa Bigmoon, dá os restantes 70%, mas sem a base sedimentada pela Universidade, é muito difícil conseguir fazer um bom trabalho”. Preparar as equipas torna-se, assim, um desafio diário. Exemplifica: “um ‘Game Developper’ não se faz com menos de cinco anos de experiência e, nesta área específica, faltam recursos humanos qualificados”.

A Bigmoon Studios está em Vila Nova de Gaia e tem o rio Douro como inspiração para ser, a médio prazo, uma referência mundial no desenvolvimento de videojogos.

Nos primeiros três anos de vida, a empresa só trabalhava por encomenda de distribuidoras e editoras internacionais de mercados como Itália, Alemanha, Estados Unidos da América e Canadá. Desde novembro do ano passado, para além de manter este estatuto, entrou numa nova fase e está a produzir os seus próprios vídeojogos. Destaque-se que, em média, um jogo demora entre um a dois anos a ser desenvolvido e envolve cerca de 20 colaboradores.

Atualmente, a Bigmoon prepara a abertura de mais duas unidades de produção, uma em Inglaterra e outra no Canadá, com o objetivo de “atrair profissionais seniores” para mesclar com as equipas e “duplicar a capacidade produtiva”.

Paulo Gomes doutorou-se em Computer Science na Washington University, em 2003. Com 25 anos de experiência no domínio do “Software” e 10 em videojogos, acredita que o que fez a diferença na sua vida foi descobrir cedo - aos 13 anos - a sua paixão e a sua vocação de vida e, desde logo, ter colocado mãos à obra.
 


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Periodicidade: Mensal
Coordenação Editorial: Ana Aires Duro
Email: comunicaupt@upt.pt

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