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Artigos da Newsletter Institucional novembro 2013

Nº29 – novembro 2013
Destaques

IJP entre os maiores da Península Ibérica

José Caramelo Gomes lidera o Instituto Jurídico Portucalense (IJP), Centro de Investigação em Ciência Jurídica que integra 45 investigadores doutorados a tempo integral originários de 15 países da Europa, América do Sul e América do Norte. Uma composição que reflete a visão estratégica da investigação científica focada em três áreas – Direito Europeu, Direito Internacional e Direito Comparado.

Hoje, o Instituto regista 9 mil indicadores de produção científica e pretende angariar investigadores à escala global, para ser um ‘player’ global e concorrer diretamente com os centros de investigação ingleses, irlandeses e americanos.

“Atualmente, estamos entre os três maiores centros de investigação em Ciência Jurídica em Portugal e na Península Ibérica”, afirma Caramelo Gomes. O objetivo está definido: “participar na criação do conhecimento e disseminá-lo, sendo o nosso papel interferir na investigação científica e dinamizá-la juntos dos países de expressão e língua portuguesas”.

Para além da participação, entre 2015 e 2017, em projetos financiados em Direito Europeu e Direito Comparado, o IJP tem na forja um projeto ambicioso de criar um Doutoramento Europeu, em regime de associação com duas universidades da Croácia e da Eslovénia. Será o primeiro programa de doutoramento europeu em Portugal.

O presidente explica que a escolha destes dois países decorre da “influência que ambos têm a leste da Europa e de se pretender uma expansão para a Rússia, Ásia e Médio-Oriente”.

Quando assumiu o cargo, Caramelo Gomes tinha o objetivo de reformular o Instituto de modo a criar condições para a avaliação da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Neste momento, encontra-se a decorrer o processo de avaliação, tendo “boas perspetivas relativamente ao resultado”. Daqui a um ano, gostava que o IJP “tivesse a melhor classificação em Portugal, integrasse membros da Ásia e Rússia e investigadores da Índia e Médio-Oriente”.
 


Empresas pequenas podem ter grandes gestores e objetivos

Bruno Soares parafraseia Fernando Pessoa “O Homem é do tamanho do seu sonho” para afirmar que “as empresas só são pequenas se tiverem objetivos pequenos. Nada impede as empresas pequenas de terem grandes gestores e grandes objetivos, basta quererem adotar e adaptar as boas práticas às suas realidades”. O fundador da GOVaaS – Governance Advisors as-a-service - esteve na Portucalense a falar de COBIT e explicou à “Comunica UPT” a importância da “framework”.

Comunica UPT: Qual a relevância da COBIT no âmbito da gestão de micro, pequenas e médias empresas?
Bruno Soares: O atual cenário de crise veio clarificar que, independentemente da dimensão, o que importa para manter “as portas abertas” é a capacidade de gerar valor, ter a capacidade de gerir as necessidades dos diferentes “stakeholders” (“Better, Faster, Cheaper”), ao mesmo tempo que se consegue uma adequada gestão dos riscos e uma otimização dos recursos, cada vez mais escassos. Com as necessidades dos “stakeholders” a aumentarem e os recursos disponíveis a diminuírem, só através de uma adequada governança e gestão das organizações será possível a pequenas e grandes sobreviverem numa economia cada vez mais globalizada.

Quais os fatores que determinam o sucesso desta “framework” nas PME?
Não ser uma norma ou “standard”, ou seja, não ter um carácter prescritivo, devendo a sua utilização ser sempre ajustada à realidade de cada organização. Adicionalmente é orientada por princípios - e não a processos como no passado -, relevando a importância de uma visão holística do sistema de informação, em que o sucesso passa pelo equilíbrio de diferentes facilitadores, como princípios, “frameworks”, políticas e estruturas organizacionais; cultura ética e comportamentos; informação; serviços, infraestruturas e aplicações; e pessoas e competências. Pelo facto de ser uma boa prática reconhecida internacionalmente garante também uma base de soluções aceites e testadas por organizações e profissionais da área, colocando o esforço na sua adaptação e não na criação de novas soluções. Adicionalmente, pode desempenhar um papel determinante na confiança e transparência para os “stakeholders” externos, promovendo uma melhor resposta a requisitos legais ou normativos, em mercados locais e globais. Em resumo, a COBIT 5 é uma “Framework” que pode ser adotada por qualquer empresa - pública ou privada, grande ou pequena - que pretenda gerar valor para os seus “stakeholders”, através de uma adequada satisfação das suas necessidades, gestão dos riscos e otimização dos recursos disponíveis.

A seu ver, qual é o estado da arte da COBIT em Portugal?
Até aos dias de hoje a evolução da “framework” esteve sempre diretamente associada às funções de auditoria e controlo, tendo desempenhado um papel fundamental na década passada, quando se reforçou os mecanismos de controlo interno, nomeadamente as organizações no perímetro da SEC (Agência Federal dos Estados Unidos) ou dos setores que passaram a ter novos requisitos de regulação nas áreas de risco e controlo interno, como a banca e os seguros. A conformidade legal e normativa foi o “driver” e a COBIT teve naturalmente de se ajustar a essas necessidades. Um ano após o seu lançamento, ainda existe uma grande necessidade das organizações a conhecerem e a entenderem. Só desta forma será possível utilizá-la com todo o seu potencial, ajustando-a às necessidades de cada organização e evitando experiências menos positivas relacionadas com a implementação de outras normas e “standards” ocorridos no passado.

Quais os desafios que a COBIT coloca aos profissionais de Sistemas de Informação (SI) e às empresas?
Na minha opinião o principal desafio está relacionado com as competências. A evolução dos mercados e das vantagens competitivas dos negócios em geral, a mudança dos paradigmas tecnológicos para novas arquiteturas suportadas em modelos de serviços ou os desafios de um mundo cada vez mais hiperconectado, coloca uma pressão aos profissionais de SI de evoluírem ou arriscarem a “extinção”. Tal como na teoria de evolução das espécies de Darwin, a seleção natural não beneficiará aqueles que, até hoje, foram considerados os mais fortes mas, sim, aqueles que se adaptaram às mudanças do contexto. Neste sentido, as competências de governança e de gestão ganham um papel central no modelo de competências dos profissionais, deixando para segundo patamar, ou para os prestadores de serviços especializados, como o ‘outsourcing’ e a ‘cloud’, competências técnicas/operacionais. Esta é a razão pela qual o sucesso da COBIT está diretamente associado a uma transformação de foco e de competências dos profissionais, sendo a “framework” apenas um instrumento de apoio ao desenvolvimento das áreas de governança e gestão nas organizações.
 


Empreendedorismo e Desenvolvimento Regional

O Presidente da CCDR-N, Emídio Gomes, e Mário Raposo, Vice Reitor da Universidade da Beira Interior, serão os oradores do seminário “Empreendedorismo e Desenvolvimento Regional: desafios e apoios”, no próximo dia 20 de novembro, às 17h30, no auditório 201.

Recentemente Emídio Gomes reclamou a sede do próximo Programa Operacional de apoio à Competitividade para o norte, uma vez que a região é “o motor das exportações nacionais e gera, de forma persistente, excedentes da balança comercial”, defendendo que “a solução para os problemas do País passa, de forma determinante, pelas regiões do Norte e do Centro, que é a capital das PME, é o pulmão industrial e exportador do país e tem grandes universidades. E a maior”.

Emídio Gomes é licenciado em Engenharia Agronómica e doutorado em Ciências Biomédicas. É catedrático do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto e foi pró-reitor da Universidade do Porto, administrador executivo da Junta Metropolitana do Porto, presidente da Agência de Inovação e vice-presidente da Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Mário Raposo, vice reitor da Universidade da Beira Interior, é professor Catedrático de Gestão e Coordenador Científico do NECE – Núcleo de Estudos em Ciências Empresariais. Foi o autor do projeto do Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã – PARKURBIS – e coordenou uma série de estudos desenvolvidos na região como é o caso do Regadio da Cova da Beira.

A entrada é livre, mediante a inscrição prévia através do email edr2013@upt.pt
 


3 Day Startup na Portucalense

Nos dias 22, 23 e 24 de novembro, a Universidade Portucalense irá receber o “3 Day Startup” (3DS), um fenómeno mundial no domínio do empreendedorismo, que será coorganizado pela C&M UPT Junior Consulting e StartUp Buzz.

O objetivo do evento é simples: criar empresas de base tecnológica ao longo de três dias, entre 40 estudantes com um amplo conjunto de “backgrounds”, empreendedores e investidores reconhecidos.

A competição dirige-se a todos os estudantes apaixonados pelo que fazem e com espírito empreendedor. Os conhecimentos de Programação (Software), “Business” (Marketing, Estudo de Mercado e Finanças), Design (web, gráfico), Comunicação (Publicidade e Relações Públicas) e Direito são bem-vindos!

O fenómeno 3DS é global - mais de 70 eventos realizados em 4 continentes, 21 empresas criadas até à data e 14,5 milhões de dólares de financiamento.
 


A ponte entre a Academia e as empresas

João Silva, CEO da C&M UPT Junior Consulting, contou à “Comunica UPT” como conseguiu trazer o “3 Day Startup 2013” à Universidade Portucalense, após ter conhecido o evento em Madrid, quando realizava o programa de mobilidade internacional Erasmus.

Comunica UPT: O que o levou a pretender coorganizar o “3 Day Startup”?
João Silva: A nossa missão em construir a ponte entre a Universidade e as empresas potenciou o objetivo de trazer este projeto para a Universidade. É uma óptima experiência, a nível pessoal e profissional, para todos os membros da C&M e uma oportunidade para aumentar a nossa visibilidade interna e externa.

Como conheceram o evento?
Em Outubro do ano passado, encontrava-me a estudar em Madrid, na Universidad Alfonso X, ao abrigo do programa Erasmus e recebi um convite para participar no 3DS Madrid. Achei interessante e inscrevi-me. Fui um dos 40 participantes e, mais tarde, apresentei o projeto à C&M para organizarmos o próximo “3DS Porto 2013”.

Quando e como se desenvolveu este processo de negociação?
No início deste ano, em janeiro e fevereiro. Depois de realizado o “3DS Madrid” e apresentar o projeto à direção da C&M, foi dada luz verde para entrar em conversações com a fundação do “3DS”, sediada em Austin, Texas, nos Estados Unidos. Em abril e maio tive reuniões, via Skype, com o CEO do 3DS, Cameron Houser, e a coordenadora nacional, Margarida Matos da Jeknowledge, onde apresentei a C&M e a intenção de organizar o evento, que mais tarde foi aceite. Durante o verão demos início ao planeamento do evento e apresentamos à Universidade Portucalense. Estabelecemos uma parceria de coorganização com a StartupBuzz da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, uma vez que também estiveram envolvidos no “3DS Porto 2012” e se mostraram sempre disponíveis em cooperar connosco neste evento.

Porque é que todos os estudantes devem participar no evento?
É uma ótima oportunidade de desenvolver uma ideia em mente que, por muitas razões, nunca foi trabalhada e que poderá levar à criação de uma “Startup”. Criam também uma rede de contactos entre os participantes, mentores, parceiros e organização e testam os limites relativamente à pressão, criatividade, originalidade e, sobretudo, aprendem durante todo o fim-de-semana.
 


Natal Solidário para 150 famílias

A Universidade Portucalense está a levar a cabo uma ação de solidariedade que tem como objetivo ajudar 150 famílias carenciadas da freguesia Paranhos da cidade do Porto.

Ao todo serão mais de 500 as pessoas beneficiadas com esta ação, a qual está a ocorrer desde final de outubro e se estenderá até à segunda semana de dezembro.

A recolha está a ser organizada por semanas temáticas - Higiene, Lar, Alimentação e Criança - com as entregas a decorrer no Gabinete de Ingresso da Universidade.

Após a angariação, as ofertas serão entregues à Junta de Freguesia que, posteriormente, irá fazer chegar às respetivas famílias.

Esta ação irá terminar no dia 11 de dezembro, com a habitual ceia solidária que a Portucalense promove desde 2011.

Sublinhe-se que a ação é aberta a todos aqueles que queiram ajudar as 150 famílias envolvidas.
 


Gabinete de Apoio Aluno promove sucesso académico

O Gabinete de Apoio ao Aluno desenvolveu um Ciclo de Workshops, com o objetivo de promover o desenvolvimento pessoal dos estudantes, estimulando e aumentando as suas competências pessoais. Pretende-se, assim, promover o sucesso académico através da otimização da aprendizagem.

A formação inseriu-se no “Programa de Ajustamento Psicológico” dos estudantes da Universidade Portucalense ao Ensino Superior, no sentido de “desenvolver estratégias de aquisição e/ou organização da informação e de gestão pessoal, de forma a aumentar o rendimento académico e os resultados nas avaliações".

O último workshop decorrerá no próximo dia 21 de novembro e terá o tema “Ansiedade e Avaliações”, entre as 14h e as 16h, na sala 313.

De destacar que ao longo do ano letivo, o Gabinete de Apoio ao Aluno prestará apoio na elaboração de “Curriculum Vitae” à sexta-feira, entre as 15h e as 16h.
 


Percurso

“O conhecimento ajuda na visão de jogo”

David Bruno, estudante finalista de Economia e defesa do FC Porto, equipa B, e da Seleção da Quinas, falou à “Comunica UPT” sobre o seu dia-a-dia entre a sala de aulas e o relvado.

Comunica UPT: Quando e como aconteceu o seu início na prática do futebol?
David Bruno: Desde muito cedo tive a paixão pelo futebol e aos oito anos fui com alguns amigos às captações do Futebol Clube do Porto, no campo da Constituição, e fui selecionado para ingressar no clube.

Como evoluiu?
Fiz a minha formação toda no Futebol Clube do Porto e apenas no meu primeiro ano como profissional estive emprestado ao Clube Desportivo Trofense, regressando no ano seguinte, mantendo-me até agora. Contei ainda com várias presenças na Seleção Nacional ao nível das camadas jovens. Foram experiências diferentes que me permitiram aprender e evoluir em alguns aspectos.

Durante este período, qual, ou quais, a (s) pessoa (s) que exerceram um papel positivo na sua vida desportiva e porquê?
Até hoje, a família teve um papel muito importante, pois sempre me apoiou nos bons e maus momentos, motivando-me ser melhor em cada dia.

Destaca algum momento desportivo em particular? Porquê?
Felizmente já tive alguns bons momentos que me marcam muito, como os três campeonatos nacionais de Juniores A, B e C, as duas presenças nos estágios de pré-época do FC Porto e a estreia com a camisola da Seleção Nacional. Para um jogador que tem a ambição de singrar nesta profissão, este momentos são oportunidades únicas.

O que mais admira no futebol?
O futebol é uma paixão que tenho desde muito pequeno e que já me deu muitas alegrias a mim e aos meus. Continuo a sentir a mesma paixão desde o primeiro dia e penso que será algo que transmitirei um dia aos meus filhos.

Quais são os seus objetivos desportivos e académicos a curto e médio prazo?
Pretendo evoluir sempre mais, aprender com os meus erros e aperfeiçoar as qualidades desportivas e académicas. No futebol gostava de dar o salto para a Primeira Liga, se possível no meu clube do coração que é o FC Porto e na Universidade tenho como objetivo concluir a licenciatura com mérito.

O que o levou a estudar Economia?
O gosto que sempre tive pela Matemática e a influência da minha irmã, que também enveredou pelo ramo da Economia.

Está prestes a concluir o curso. Se tiver que escolher uma área de negócio para trabalhar, no âmbito da economia, qual será a sua preferência. Porquê?
É verdade que falta pouco para concluir o curso, porém ainda não senti necessidade de definir um objetivo muito específico no que toca à Economia. Pretendo concluir o curso com sucesso e no final refletir sobre de que forma será mais vantajoso usar os meus conhecimentos académicos.

O que mais gosta do curso? E da Universidade?
Gosto da organização do curso e da Universidade, pois permitem-me uma grande flexibilidade de horários. Denoto também uma grande abertura por parte do grupo docente relativamente às questões pessoais e profissionais dos alunos.

Apesar de o futebol ser a sua "prioridade", concilia com os estudos. Porque é que o decidiu fazer?
É verdade que o futebol segue como prioridade na minha vida, tendo contornos muito vincados com objetivos muito próprios e definidos, para os quais trabalho todos os dias. A carreira desportiva não está assegurada, pois pode ser marcada pelo insucesso e, até mesmo, por lesões que não me permita jogar. Assim, foi por esse motivo que me senti motivado a prosseguir os meus estudos, de modo a ter uma outra opção para o futuro.

No dia-a-dia como se conjuga o futebol e a universidade?
Nem sempre é fácil estar cem por cento presente nas aulas e nas atividades académicas. Tento estar o mais presente possível para que não haja descuidos, mas o futebol dita um pouco do rumo que tomo em relação à Universidade.

No seu entender, os estudos na área de Economia influenciam-no enquanto jogador?
São duas áreas intimamente relacionadas mas, pessoalmente, acredito que a flexibilidade mental que um estudante pratica diariamente pode ser vantajosa para uma visão de jogo mais consciente e inteligente, para que os nossos raciocínios em momentos mais curtos surjam atempadamente.

Para se ser um bom futebolista e um bom estudante, o que é necessário ter em mente e aplicar?
É necessário uma boa dose de concentração e dedicação. Procurar sempre melhorar, aprender e procurar aplicar a maior concentração possível em todas as atividades.

Qual é a sua maior ambição?
Fazer uma carreira desportiva com grandes marcos, como jogar numa equipa mundialmente reconhecida e representar as cores do meu país.

Destaca alguém que seja para si uma referência no futebol e na economia?
Destaco Cristiano Ronaldo, pelo trabalho e profissionalismo que mantém para alcançar os excelentes resultados que regista até hoje. Na área da Economia não destaco ninguém em particular, apenas reconheço o mérito e a dedicação do Dr. António Pires de Lima, bem como ao anterior ministro da Economia, Dr. Álvaro Santos Pereira, de tentar equilibrar as balanças de um país com grandes dificuldades.

A economia e o desporto caracterizam-se por escolher os melhores recursos. Existem outros aspectos que aproximam o futebol da economia e vice-versa?
Em qualquer desporto o trabalho não é exclusivo dos atletas, existem equipas de trabalho que sustentam e gerem todo um clube de forma a conseguir manter as suas linhas económicas.
 


COMUNICA UPT FICHA TÉCNICA

Periodicidade: Mensal
Coordenação Editorial: Ana Aires Duro
Email: comunicaupt@upt.pt

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