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Artigos da Newsletter Institucional junho 2013

Nº25 – junho 2013
Destaques

UPT promove programa criativo e cultural

A Universidade Portucalense irá promover um programa cultural e criativo no próximo dia 28 de junho, a partir das 14h, com conferências, exposições, música, arte urbana e teatro.

A iniciativa está associada à nova licenciatura de “Cultura e Economia Criativa” e pretende chamar a atenção para a importância do setor das Indústrias Culturais e Criativas para a alavancagem da economia e da empregabilidade.

“Numa época em que se sabe que Portugal precisa de exportar, numa época em que a diferenciação dos nossos produtos se tornou vital, a Cultura é um espaço pouco explorado onde se encontra o que é preciso para construir a marca Portugal”, explica o reitor da Guilherme de Oliveira o investimento da Universidade na formação de profissionais neste setor.

Programa:

14h: Abertura
15-16h: Concerto da “Cotton Bay Hit Band”
16h30-17h: Atuação da Companhia de Teatro “Máscara Solta”
16h30-17h: Atuação de João Campos da “Atlantihda”
17h-19h: Conferências sobre Empreendedorismo e Indústrias Criativas (a decorrer na Aula Magna)

Exposições a decorrer:

- Fotografia “Its Banderas” (vencedora dos Jovens Criadores)
- Fotografias dos alunos do 1º Ciclo de Conservação em Restauro (organização de Carlos Pombo)
- Desenhos dos alunos do 1º Ciclo de Conservação em Restauro (organização de Avelino Leite)
- Ilustração "Cool Kids Can't Die" da artista Tamara Alves
- Capas gigantes da Idiot Mag

Durante a tarde o artista Laro Lagosta irá pintar ao vivo uma tela gigante.


A Criatividade convertida em negócio

A “Arte e a Economia Criativa” foram os temas em análise numa conferência moderada por Nuno Vidal, programador Cultural na Câmara Municipal do Porto, que apresentou quatro casos de sucesso: OLIVA Creative Factory, ADDICT, Caixa das Artes e 1ª Avenida.

O reitor Guilherme de Oliveira começou por afirmar que a Cultura e a Economia Criativa é “o setor do futuro” e que hoje “já não temos as colónias portuguesas e também já não temos a Europa. Estamos sozinhos e precisamos de encontrar caminhos novos. Temos de ser capazes de reinventar os produtos tradicionais no sentido de uma diferenciação”.

“A Cultura e o Lazer não são apenas para as pessoas ricas, são essenciais para a competitividade e o crescimento económico de Portugal. Está na altura de se levar a sério a criação de profissionais orientados para a produção de bens culturais e a Universidade Portucalense deu esse passo com o investimento na nova licenciatura em Cultura e Economia Criativa”, explicou.

Cristina Farinha da ADDICT (Coordenação das Indústrias Criativas em Portugal) defendeu que o setor “é um dos mais exigentes”, sendo “a melhoria contínua de competências determinante”, sobretudo ao nível da gestão e da comunicação.

Hugo Neto da 1ª Avenida (Dinamização Económica e Social da Baixa do Porto) falou da necessidade de um “movimento cultural pensado numa lógica de parceria e não de subsídio” e da estratégia da autarquia portuense de “pulverizar a Avenida dos Aliados, enquanto a principal sala de visitas da cidade, com eventos de interesse público”.

Emídio Sousa da Caixa das Artes (Plataforma de criação para as Artes de Rua de Santa Maria da Feira) apresentou Santa Maria da Feira como um “território criativo por excelência que receberá nos próximos dois anos a Caixa das Artes, um projeto de Indústrias Culturais e Criativas autossustentável”.

Já Susana Menezes da Oliva Creative Factory evidenciou a necessidade de “inspirar o talento individual e os negócios”. “Transformar a criatividade em negócio” é o lema deste projeto empresarial instalado na Oliva, aquela que foi uma das maiores e mais inovadoras fábricas da história industrial portuguesa.

Sublinhe-se que esta conferência foi organizada em parceria com o TEDx Feira que apresentará exemplos inspiradores e motivadores no domínio da “Criatividade Urbana”, no próximo dia 21 de setembro, em Santa Maria da Feira. O evento conta com o patrocínio da Universidade Portucalense e pretende “levar o público a perceber a importância do desenvolvimento de cidades criativas e inovadoras, em que cada habitante/visitante poderá deixar a sua marca e participar na transformação das cidades em espaços ativos e dinâmicos”.
 


Desmotivação dos estudantes é maior na Universidade Pública

A Universidade Portucalense apresentou um estudo no âmbito da desmotivação dos estudantes universitários em Portugal, cujos resultados revelam que “os níveis de desmotivação dos alunos no Ensino Superior Público são superiores aos do Ensino Privado”.

A investigação envolveu a participação de 150 alunos universitários e mostrou que são vários os motivos de desinteresse dos estudantes do Ensino Superior Público: o envolvimento em atividades extra curriculares (11,4%), a falta de objetivos futuros (20,5%), a escassez de recursos financeiros (4,7%), a doença (54,3%), as situações de negligência familiar (1,6%) e os fenómenos de ‘bullying’ (0,8%).

A docente e coordenadora do estudo, Ana Conde, indica que se procurou “aplicar na prática os conceitos teóricos aprendidos, promover a avaliação exploratória de diferente aspetos motivacionais, nomeadamente a determinação do ingresso no ensino superior, os motivos para envolvimento em atividades curriculares e extracurriculares (assiduidade e praxe), os motivos inerentes à construção de projetos de vida, nomeadamente profissionais, e a comparação entre os estudantes do ensino superior público e privado em termos da sua motivação académica e determinantes da escolha do curso”.

Revela que o “trabalho superou as expectativas em termos do envolvimento dos alunos, de desempenho e motivação”.

De destacar que a investigação foi desenvolvida por um grupo de estudantes do 1º ano da licenciatura em Psicologia, durante o segundo semestre, no âmbito da unidade curricular de Psicologia da Motivação.
 


UPT integra “Consórcio Maior Empregabilidade”

A Universidade Portucalense integra o projeto “Consórcio Maior Empregabilidade”, uma plataforma de cooperação que tem como missão aumentar a empregabilidade dos jovens recém-diplomados do Ensino Superior. Roberto Carneiro preside ao Conselho Científico.

O consórcio nasceu em janeiro deste ano, no âmbito do 11º Encontro de Gabinetes de Saídas Profissionais organizado pela Fórum Estudante. É constituído por 13 instituições de Ensino Superior (Público e Privado) e pretende inverter a elevada taxa de desemprego jovem em Portugal.

Para prosseguir esse objetivo está já prevista a realização de três estudos. “Preparados para Trabalhar” será o primeiro e terá como objetivo identificar as competências transversais valorizadas pelos empregadores nos recém-diplomados de Ensino Superior, identificar lacunas neste domínio e encontrar soluções que possam promover uma maior empregabilidade dos atuais e futuros estudantes. A investigação resultará no “Guia de Competências Transversais para a Empregabilidade” que aferirá as competências mais valorizadas por empregadores e diplomados do Ensino Superior.

O segundo estudo “Novas Profissões 2020”, coordenado pela docente da Portucalense Cristina Costa Lobo, reproduzirá um modelo de análise de novas profissões para a realidade portuguesa, resultando no “Guia Estratégico de Referência para a Educação e Formação Profissional” que congregue as profissões com maior relevo no futuro e as que se preveem extinguir.

”Novos Mercados de Trabalho 2020”, o terceiro, pretenderá investigar as tendências ao nível do desenvolvimento económico de Portugal e de oportunidades de novos mercados de trabalho a um horizonte de oito anos e originará o “Guia Estratégico de Referência para o Ensino Superior”.

Os três estudos contaram com a colaboração de Sofia Andrade do Gabinete de Apoio ao Aluno da Universidade Portucalense e dos docentes António Oliveira e Cristina Costa Lobo.
 


O mundo empresarial na Universidade

Durante três dias, empresas e profissionais dos vários setores de atividade participaram na iniciativa “Empower yourself” que aproximou estudantes do ‘modus operandi’ empresarial, das oportunidades de carreira, dos programas de recrutamento e das ofertas de estágios nacionais e internacionais.

Um docente da universidade sublinhava a importância do programa para os alunos, na medida em que funcionou como um “alerta para novas oportunidades fazendo-os perceber que têm de estar atentos e ser proativo. Afinal esta não tem de ser a geração à rasca mas deve ser a geração que se desenrasca”.

Fernando Augusto Vieira do Banco Santander estava satisfeito com a adesão dos alunos à sua conferência: “estas iniciativas são fundamentais e devem ser parte de uma atuação mais abrangente/envolvente na qual os alunos, através da sua proatividade, criatividade, capacidade de implementação e generosidade serão uma vertente fundamental”.

A empresa de seleção e recrutamento Adecco sublinha que “os estudantes ainda não estão sensibilizados para o mundo do trabalho” e que “apenas alguns demonstraram interesse em conhecer as ofertas de trabalho que permitiam conciliar com os estudos”.

Por seu turno, o grupo Alberto Couto Alves considerou que “há uma grande clivagem entre a vida académica e o mercado laboral. Os alunos têm como objetivo primordial terminar o percurso académico e só após a conclusão da licenciatura existe a preocupação com a integração no mercado laboral. E nessa fase denota-se um grande desconhecimento sobre os instrumentos atuais para a realização de estágios”.
 


Levar o ensino de proximidade às escolas

Nos últimos três meses, a Universidade Portucalense visitou mais de 50 estabelecimentos de ensino secundário e participou em várias feiras de ensino, “onde os alunos procuraram conhecer melhor quem somos, onde estamos e os cursos que oferecemos”, conta Cláudia Carvalho, coordenadora de iniciativa.

A maioria das visitas decorre de convites de escolas, colégios e externatos com os quais a universidade mantém uma relação desde 2000, ano em que começou a levar a sua cultura e oferta ao ensino secundário. Este ano foram realizadas mais 10 visitas, em relação ao ano anterior, um facto que se “deveu à proatividade do Gabinete de Ingresso em estabelecer contactos com outras instituições de ensino, procurando alargar as oportunidades de divulgar a oferta da Universidade Portucalense”.

Cláudia Carvalho adianta ainda que se “procura sempre que possível envolver os estudantes da UPT nestas visitas, de forma a criar um dinamismo interessante, na medida em que os jovens gostam de trocar ideias com colegas mais velhos, já universitários”.

Estas iniciativas pretendem refletir “o ensino de proximidade da Universidade Portucalense, em que cada aluno é tratado de forma personalizada e não é apenas como mais um”, conclui.
 

10 bolsas de estágio internacionais

Entre 2013 e 2014, a Universidade Portucalense desenvolverá o projeto “UPT Move”, financiado pelo PROALV – Leonardo da Vinci (Ldv), que contempla a oferta de 10 bolsas para estágios internacionais. Podem candidatar-se jovens diplomados da UPT em Economia, Gestão, Educação Social, Direito, Tecnologias e Sistemas de Informação e Informática.

Os estágios têm a duração de seis meses (26 semanas) e decorrerão entre 1 outubro de 2013 e 31 de outubro de 2014.Todos os interessados devem candidatar-se utilizando o boletim de candidatura (Trainee’s Application form) disponível no sítio web do Gabinete de Relações Internacionais.

As candidaturas deverão ser entregues no Gabinete de Relações Internacionais ou enviadas para o endereço eletrónico: ri@upt.pt, entre 25 de Junho e 12 de Julho de 2013.
 


Oito docentes estrangeiros lecionaram no 2º semestre

No segundo semestre, a Universidade Portucalense recebeu oito docentes estrangeiros, no âmbito do programa de mobilidade internacional Erasmus, que lecionaram nos vários cursos do 1º e 2ºciclos.

Os estudantes da UPT tiveram a oportunidade de contactar com os docentes das universidades de Santiago de Compostela, Alfonso X el Sabio, (Espanha), Varsóvia (Polónia), Vilnius (Lituânia) e Varna (Bulgária).
 







Inscrições abertas para “Maiores de 23”

Encontra-se a decorrer a 2ª fase de inscrição para as Provas Especiais de Acesso e Ingresso ao Ensino Superior para indivíduos com mais de 23 anos que se pretendam candidatar aos cursos de licenciatura da Universidade Portucalense, até 28 de junho.

O ingresso via “Maiores de 23” destina-se a candidatos que não possuam habilitações de acesso ao ensino superior e tenham completado 23 anos até 31 de dezembro de 2012, conforme previsto no decreto-lei nº 64/2006.
 




Percurso

Coro da Portucalense celebra 25 anos de vida

Este ano o Coro da Universidade Portucalense celebra 25 anos de vida com mais de 200 apresentações oficiais. Luis Barros integrou o coro em 1999, quando frequentava a licenciatura em Informática de Gestão, e hoje é o presidente. A “Comunica UPT” falou com ele.

Comunica UPT: Qual a análise que faz dos últimos 25 anos de vida do Coro da Portucalense?
Luís Barros:O nosso percurso reflete um pouco o momento vivido no ensino superior e na Universidade Portucalense. Quando me integrei no coro éramos mais de 30 elementos, hoje somos perto de 20. Houve alturas muito boas e algumas menos boas. Obviamente que as melhores são as que guardo com grande carinho. Tivemos participações em grandes eventos e, atualmente, com toda a contenção de custos verificada no nosso país, o número de atividades é menor.

A seu ver, quais foram os momentos mais marcantes?
Destaco a digressão no Brasil em 2003 e as participações no Festival Competitivo “Advent and Christmas Music” em Praga, em 2005, na “Praça da Alegria” da RTP1, em 2004, e na sessão solene do doutoramento ‘honoris causa’ de Manoel de Oliveira em 2011.

Qual a cultura que se tem desenvolvido ao longo deste período?
Procuramos desenvolver o gosto musical, divulgar a nossa cultura além-fronteiras, potenciar o espírito de camaradagem e de amizade e ajudar as pessoas a integrarem-se na UPT.

Como se desenvolve a atividade do coro. Com que periodicidade ensaiam?
Temos ensaios semanais e participamos nas mais diversas atividades desde encontros de coros, a cerimónias de homenagem e casamentos.

Em termos de adesão, tem-se verificado um aumento de número de pessoas?
Temos registado um decréscimo do número de pessoas, apesar de todos os anos entrar sempre alguém novo.

No seu entender, o que tem levado as pessoas a pretenderem integrar o coro?
A maioria das pessoas vem por causa dos amigos que já pertencem. Gostaria de referir que qualquer pessoa pode entrar no coro, mesmo aqueles que acham que não sabem cantar...

Quais os objetivos a médio e longo prazo?
Pretendemos continuar a participar ativamente nos eventos realizados pela UPT e continuar a divulgar o nome da Universidade.

 

COMUNICA UPT FICHA TÉCNICA

Periodicidade: Mensal
Coordenação Editorial: Ana Aires Duro
Email: comunicaupt@upt.pt

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