Como chegar
|
Contactos

Artigos da Newsletter Institucional maio 2013

Nº24 – maio 2013
Destaques

Informática da Portucalense mantém-se no topo da empregabilidade

O mais recente estudo da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES) revela que a licenciatura em Informática da Universidade Portucalense está entre os cursos com as melhores taxas de empregabilidade em Portugal, registando zero licenciados inscritos nos centros de emprego.

Os cursos/estabelecimentos de ensino com as maiores taxas de empregabilidade em Portugal:

1. Engenharia Informática (Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências e Tecnologia)
2. Ciências de Engenharia - Engenharia Informática e de Computadores (Universidade Técnica de Lisboa - Instituto Superior Técnico)
3. Informática (Universidade Portucalense)
4. Ciências de Engenharia, orientação em Engenharia Informática e Computação (Universidade do Porto - Faculdade de Engenharia)
5. Estudos Básicos de Ciências Farmacêuticas (Universidade de Lisboa - Faculdade de Farmácia)
6. Ciências de Engenharia, orientação em Engª Electrotécnica e de Computadores (Universidade do Porto - Faculdade de Engenharia)
7. Medicina (Universidade de Lisboa - Faculdade de Medicina)
8. Medicina Dentária (Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz)
9. Ciências Farmacêuticas (Universidade do Porto - Faculdade de Farmácia)

De destacar que, em 2011, a licenciatura em Informática da UPT já se tinha destacado no topo da tabela dos cursos com menos desempregados a nível nacional – o único a figurar no âmbito das universidades privadas -, segundo o estudo do Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais do Ministério da Educação e Ciência de Dezembro de 2010.
 


O negócio do turismo

Os desafios do setor do turismo no Porto e norte de Portugal foram o mote de uma conferência organizada pela Universidade Portucalense, no último dia 16 de maio. Júlio Meirinhos, Vice-Presidente da Entidade Regional Porto e Norte de Portugal, e Carlos Costa, Professor Catedrático da área de Turismo da Universidade de Aveiro, foram os dois oradores principais.

Júlio Meirinhos começou por indicar que “Portugal se encontra entre os primeiros 20 destinos turísticos do mundo”, assumindo o turismo uma vertente económica ao contribuir 12% para o Produto Interno Bruto do país. Segundo o vice-presidente, a “aposta nas lojas de turismo, nas aldeias do norte, nos fins-de-semana gastronómicos e na mercantilização das tradições tem contribuído para a sua afirmação. Considera que “o potencial de crescimento é elevado, até porque a região conta com quatro locais que são Património Mundial [Centro Histórico do Porto, Centro Histórico de Guimarães, Sítios de Arte Rupestre do Vale do Coa e Região Vinhateira do Alto Douro], constituindo-se como pólos de atração de turistas”.

Carlos Costa apresentou o Turismo “pela vertente de fazer negócio”, lançando um desafio em forma de pergunta: “Porque é que o turismo do norte e centro do país não estão juntos?” Crítico das políticas públicas neste domínio, o docente afirmou que se “tem passado ao lado da realidade do país”. Para Carlos Costa, o desafio “é como fazer negócio com a cultura, o património, o ambiente e a economia”. Defende que “sem serviços e indústria não há turismo”, sendo as “atividades produtivas necessárias”. Advoga que o turismo de Portugal deve procurar um “posicionamento competitivo na mente do consumidor”.

Mário Brito, Diretor do Mosteiro de Tibães, Margarida Belém, Vereadora Câmara Municipal de Arouca e César Pires, Vereador da Câmara Municipal de Barcelos, apresentaram ainda os projetos turísticos que desenvolvem e que são hoje publicamente reconhecidos.
 


“A cultura gera riqueza”

Num quadro de crise económica e de empregabilidade, as Indústrias Culturais e Criativas são apontadas como uma oportunidade de desenvolvimento económico e social e, nesse sentido, a Universidade Portucalense trouxe alguns casos de sucesso, como a Fábrica Santo Tyrso – Incubadora de Base Tecnológica e o projeto Paredes – Cidade criativa, para uma conferência sobre as tendências da Economia Criativa.

O reitor da Universidade Portucalense, Guilherme de Oliveira, falou de um “primeiro mito - a cultura ser uma despesa e da necessidade de ser encarada como um investimento. A cultura gera riqueza”, sendo, no seu entender, um setor promissor. “O segundo mito é que a cultura é para velhos, mas a cultura é para novos. Os novos encaram a cultura como uma forma de desenvolvimento pessoal. Aqui, na Universidade, gostaríamos de fazer uma grande aposta nesta área e dar-lhe um grande impulso”, concluiu.

Nuno Prata da Fábrica de Stº Tyrso – Incubadora de Base Tecnológica apresentou o projeto que tem como objetivo contribuir para a Inovação e o Empreendedorismo, através da criação de empresas inovadoras, com potencial de crescimento e ligação ao tecido económico e empresarial da região. Para o responsável, este “é um casamento que a indústria precisa”.

Susana Marques, coordenadora de Paredes - Cidade Criativa para o Design, explicou como um território com “dificuldade de atrair visitantes se transforma numa cidade com vida cultural e criativa que atraí visitantes”. A organização da exposição internacional ‘Art on Chairs’, a criação de uma incubadora de negócios criativos e de um circuito de arte pública e a construção de residências para criativos, foram algumas das iniciativas que “convocaram designers ao território e transformaram a cidade num pólo de atração de design”.

Fátima São Simão mostrou o caso do Pólo das Indústrias Criativas do Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC) que pretende promover a criação de empresas apoiando a transferência de conhecimento académico para o mundo empresarial. Organizado em quatro pólos - Tecnológico, Biotecnologia, Indústrias Criativas e Mar, o UPTEC integra Incubadoras e centros de Inovação Empresarial e ambiciona em 2020 ser uma referência mundial, capaz de impulsionar a mudança e reinventar a economia Portuguesa.

Patricia Remelgado do Porto dos Museus, site dedicado à Cultura, Património e Indústrias Criativas , Nuno Alves do Canal 180, canal de televisão dedicado à criatividade, e Joana Correia do atelier 20/21 de Conservação e Restauro apresentaram os seus projetos que em comum partilham o objetivo de diariamente afirmar as indústrias culturais e criativas como um negócio com futuro.

De destacar que a Universidade Portucalense é a primeira Universidade portuguesa a lançar uma licenciatura em Cultura e Economia Criativa, um curso que procurará o desenvolvimento de projetos empreendedores em que a inovação e a criatividade, em associação ao território e à cultura, resultem na criação de produtos e de negócios de sucesso.
 


Docentes e vencedores de prémios literários

A Universidade Portucalense promoveu, a 27 e 28 de maio, dois lançamentos de livros de Nuno Camarneiro e Paulo Renato Cardoso, ambos docentes da UPT e vencedores de prémios literários.

Nuno Camarneiro, vencedor do Prémio Leya 2012, apresentou “Debaixo de Algum Céu”. Nuno Camarneiro nasceu na Figueira da Foz em 1977. Licenciou-se em Engenharia Física pela Universidade de Coimbra e doutorou-se em Ciência Aplicada ao Património Cultural pela Universidade de Florença.

Paulo Renato Cardoso, vencedor dos Prémios Daniel Faria e Nuno Júdice, lançou o “Labirinto Íntimo: Diário de Passagens no Feminino, por Eva F”. Paulo Renato Cardoso nasceu em Leiria em 1974. É Licenciado em Psicologia pelas Universidades de Coimbra e Católica de Lovaina e doutorado em Ciências Sociais na École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris.
 


Colégio Internato dos Carvalhos vence 10º PPUPT

No último dia 15 de maio decorreu o 10º Prémio de Programação da Universidade Portucalense, uma competição dirigida a estudantes do ensino secundário (10º, 11º e 12º anos), que contou com a participação de 60 alunos, 30 equipas, 9 escolas e 11 professores acompanhantes.

As equipas vencedoras foram o Colégio Internato dos Carvalhos com Bruno Filipe Fernandes Alves e João Pedro Pereira dos Santos, em primeiro lugar, o Agrupamento de Escolas de Padre Benjamim Salgado com Pedro Miguel Oliveira da Silva e Bruno Filipe Oliveira Vieira, em segundo, e o Colégio Internato dos Carvalhos com Diogo Silva e Diogo Braga, em terceiro.

No concurso feminino, a vencedora foi Marina Isabel Cardoso Araújo da Didáxis - Cooperativa de Ensino, Riba de Ave.

Esta iniciativa é promovida pelo Departamento de Ciência, Inovação e Tecnologia há 10 anos e pretende despertar e aumentar o interesse dos jovens pela área da Programação e fomentar a capacidade de resolução de problemas computacionais.
 


Conferência “Arte e Economia Criativa”

No próximo dia 14 de junho, a partir das 18h30, a Universidade Portucalense organizará a conferência “Arte e Economia Criativa” onde apresentará alguns casos de sucesso no domínio da criatividade nas cidades portuguesas.

Susana Menezes, OLIVA Creative Factory, Ricardo Luz, ADDICT, Hugo Neto, 1ª Avenida, e Emídio Sousa, Caixa das Artes, são os oradores confirmados para esta sessão que será aberta a todos os interessados no tema. As inscrições são obrigatórias e devem ser efetuadas através da página no Facebook do TedxFeira (www.facebook.com/tedxfeira) ou do email info@tedxfeira.com.

Esta conferência é organizada em parceria com o TEDx Feira “Criatividade Urbana”, agendado para 21 de setembro, e resulta da aposta da Portucalense na Cultura e Economia Criativa, um setor que promete ser uma alavanca para as economias portuguesa e europeia nos próximos anos.
 









Seminário “Hotéis e Restaurantes: um início de carreira”

A Universidade Portucalense organizará no próximo dia 5 de Junho, às 16h, o seminário “Hotéis e Restaurantes: um início de carreira” dirigido a estudantes e a profissionais de Hotelaria e Turismo.

A iniciativa contará com a participação de um conjunto de oradores com carreiras e percursos de relevo na área. A entrada é livre mas sujeita a inscrição prévia aqui.

Programa:
16h: Abertura

O alojoamento hoteleiro – a segmentação de hotéis e segmentação de carreiras
Himali Bachu,Tattva Design Hostel Porto
Maximiano Pestana, Diretor dos Hotéis Mercure Porto Gaia e Porto Centro
Fernando Batista Fernandes, Diretor do Hotel Flor de Sal, Viana do Castelo

17h15: Apresentação de Trabalhos de criação de hotel – alunos de Gestão de Alojamento UPT

17h40: A restauração nos hotéis e na cidade – concorrência ou complementaridade?

Paulo Santos, Diretor Interino HOTEL INFANTE SAGRES
Manuel Pimenta, Empresário, Consultor e Gestor de Unidades de Restauração
Carlos Magalhães, Enólogo, empresário e professor de Gastronomia e Vinhos da
Licenciatura em Gestão, ramo Gestão Hoteleira, da Universidade Portucalense

18h45: Encerramento e Cocktail elaborado pelos alunos de Gestão Hoteleira
 


Programa de ‘Mentoring’ Santander Totta

Bruno Patrício, estudante do Mestrado em Direito da UPT, é um dos participantes da 2ª edição do Programa de ‘Mentoring’ Santander Totta, um programa de aprendizagem individual que visa facilitar o desenvolvimento do talento, ajudando a delinear o percurso profissional.

Durante seis meses, Bruno contará com o apoio e o aconselhamento de Miguel Coimbra, colaborador do Santander Totta, que, na qualidade de mentor, o ajudará a identificar áreas de melhoria e a trabalhar dificuldades.“Desenvolver competências, aprender e ampliar a rede de contactos” são os objetivos do estudante da Portucalense.

A sua aposta na formação decorre da consciência que “a licenciatura e o mestrado não bastam. É necessário fazer outras formações relacionadas com outras áreas e cultivar a própria cultura”. Bruno sabe que “no trabalho tudo se relaciona, sendo necessária uma visão abrangente”.

Emigrar não está nos seus planos. Acredita no futuro e nas oportunidades. O seu primeiro trabalho numa sociedade de advogados decorreu do envio de uma candidatura espontânea e de uma posterior entrevista. Foi admitido.

Sustenta que é determinante mostrar “que se é mais do que um licenciado” e “fazer um exame de autoconsciência se é de facto aquela área que se pretende”. Os planos de Bruno passam por “dar aulas e especializar-se em Direito Internacional Privado”.
 


Estudantes recuperam documentos da Idade Média

Mais de 3 mil documentos datados desde o período da Idade Média até ao século XIX, pertencentes ao arquivo particular da Casa Mota Prego, em Guimarães, serão recuperados pelos alunos do 3º ano da licenciatura em Conservação e Restauro da Universidade Portucalense, em conjunto, com a Clínica de Conservação e Restauro da Universidade.

Do total destes documentos, um terço será conservado e restaurado até ao final do segundo semestre do ano letivo 2012/2013 e os restantes ficarão a cargo dos alunos do próximo ano, permitindo assim que os alunos da UPT tenham a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos que adquiriram ao longo da sua formação.

O arquivo, que contém documentos de grande interesse para a cidade de Guimarães, ficará, brevemente, disponível ao público numa das casas que a família tem naquela cidade.

Não é a primeira vez que a UPT contribui para a conservação e o restauro de obras emblemáticas do nosso património.

A intervenção em 16 pinturas das décadas de 60 e 70, da autoria dos pintores Joaquim Pinto Vieira, Rosa Ramos, José Bizarro, Isabel Sampaio, Graça Morais e Rodrigo Cabral, no teto da capela-mor da Igreja Matriz de Soalhães, no Marco de Canaveses e no retrato de Aurélia de Souza são apenas alguns dos exemplos.
 


Inscrições abertas para maiores de 23

Encontra-se a decorrer a fase de inscrição para as Provas Especiais de Acesso e Ingresso ao Ensino Superior para indivíduos com mais de 23 anos que se pretendam candidatar aos cursos de licenciatura da Universidade Portucalense.

O ingresso via “Maiores de 23” destina-se a candidatos que não possuam habilitações de acesso ao ensino superior e tenham completado 23 anos até 31 de dezembro de 2012, conforme previsto no decreto-lei nº 64/2006.
 


Percurso

“Com nota dez não se entra no nosso escritório”

Pedro Marinho Falcão, advogado e docente de referência na área de fiscalidade, licenciou-se em Direito na Universidade Portucalense, em 1988, com a média final de 16 valores, o que lhe valeu o Prémio Fundação Eng. António de Almeida atribuído ao melhor aluno do ano.

Aos 15 anos quando frequentava o liceu António Nobre, no Porto, escolheu um caminho de estudo. Por influência dos pais que gostavam que estudasse Gestão, conjugado com uma “maturidade insuficiente”, Pedro Marinho Falcão decide enveredar pela área de ciências. Uma decisão que percebeu não ter sido a certa, tendo corrigido no final do ano letivo ao mudar-se para Humanísticas, onde se afirmou “um excelente aluno”. Corrigiu o percurso e perdeu um ano, mas ganharia em troca uma vida profissional inteira.

Em 1983 candidatou-se à universidade e em 800 candidatos agarrou o sexto lugar. A fila da frente começaria a marcar o seu trajeto académico. Foi nos bancos das aulas que conheceu Nuno Cerejeira Namora, o sócio com quem partilha há 24 anos a vida profissional na sociedade de advogados denominada com o nome de ambos.

Marinho Falcão relembra esse período com uma “intensa vida académica, estudo a sério, conhecimento e maturidade” que se transformaram numa “experiência de vida”. António Ferreira de Cima e Mário Fontemanha foram duas amizades que nasceram nesse tempo e perduram até hoje.

Após terminar a licenciatura, estagiou no escritório de Pinto Carneiro e, simultaneamente, iniciou a carreira de docente universitário como assistente na “cadeira” de Direitos Reais na Universidade Portucalense. Atualmente, leciona Direito Fiscal I e Direito Fiscal II (contencioso tributário).

Em 1989, com Nuno Cerejeira Namora, abriu o seu próprio escritório na cidade do Porto, rua Gonçalo Cristovão. Em 1997 conta já com seis pessoas e a rua Santos Pousada foi a morada que se seguiu. Em 2002, são 15, e sucede uma nova morada - a rua Dr. Joaquim Pires de Lima, atual sede da sociedade onde trabalham mais de 40 colaboradores. Três momentos que entende traduzir “ciclos de crescimento alicerçados na competência, empenho e dedicação”.

Em 2013, Pedro Marinho Falcão lidera uma média sociedade de advogados que procura sempre os melhores profissionais do mercado. Mas, qual é o perfil profissional que procura? “A nota de licenciatura é fundamental, porque significa que estudou, se empenhou e que o seu trabalho terá reflexos na sua profissão. Quem termina o curso com uma nota de dez não tem lugar no nosso escritório”, explica.

Desde o ano passado que a sociedade recorre a uma empresa especializada em recrutamento para encontrar os melhores recursos humanos do mercado. Indica que “não é fácil encontrar bons profissionais” e que “após a contratação se segue sempre um ano à experiência, mesmo que essa pessoa tenha saído da universidade com nota final de 20. Durante esse período é avaliada a interação com os sócios, as equipas de trabalho e os clientes. A capacidade de relacionamento interna e externa é fundamental e pesa 50% na avaliação do profissional”, esclarece.

Na atual conjuntura económica adversa, a sociedade Nuno Cerejeira Namora e Pedro Marinho Falcão registou um aumento de 25% do volume de negócios, que se explica pelo aumento de litígios no seio de empresas e entidades bancárias. Um êxito que, para Pedro Marinho Falcão, se alicerça na “capacidade de dedicação à profissão que implica frequentemente não haver horários, fim-de-semana ou férias. A total disponibilidade pode significar sacrifício de ordem pessoal e é importante que se demonstre que existe uma capacidade para se sacrificar pela profissão”.

Entende que ser advogado enfrenta atualmente muitos desafios: “os advogados de prática isolada estão condicionados, na medida em que se procura, cada vez mais, profissionais de várias valências e especializações”. Para além da diferenciação, destaca a necessidade de acompanhar as evoluções tecnológicas, exemplificando com o progresso registado nas últimas duas décadas: “no início perguntavam-me se tinha fax, depois se tinha telemóvel e mais recente se tinha endereço de email”.

Quando concluiu a licenciatura um professor disse-lhe “agora já só falta tudo” e essa frase acompanha-o sempre. “Os cursos dão apenas pistas de conhecimento, é necessário uma constante atualização. A formação académica e curricular é determinante para o êxito profissional”, sublinha.

A demonstração da liquidação irregular do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) foi a sua batalha “mais simbólica” e talvez a mais mediática. Daqui a 10 anos espera que esteja a viver um ciclo de crescimento na sociedade de advogados e na universidade e com “mais tempo para objetivos pessoais”.
 


COMUNICA UPT FICHA TÉCNICA

Periodicidade: Mensal
Coordenação Editorial: Ana Aires Duro
Email: comunicaupt@upt.pt

Este website usa cookies para funcionar melhor e medir a performance (Diretiva da União Europeia 2009/136/EC)
Por favor dispense alguns minutos para responder a umas perguntas rápidas sobre o nosso website.