Como chegar
|
Contactos

Artigos da Newsletter Institucional abril 2013

Nº23 – abril 2013
Destaques

‘Big Data’ e o sucesso da gestão empresarial

A participação de cerca de 130 pessoas no Seminário “Big Data Analyst: A sua profissão de futuro”, este mês, confirma que a “Big Data” está na ordem do dia da gestão empresarial.

Sonae Corporate Center e Parfois foram duas empresas que apresentaram casos no âmbito dos projetos de ‘Big Data’, partilhando os benefícios daí decorrentes, nomeadamente - “maior rentabilidade, aumento da vantagem competitiva em relação aos concorrentes e melhor serviço para os clientes, devido à informação disponibilizada para o processo de tomada de decisão”.

Concluiu-se ainda que “as técnicas associadas ao ‘Big Data’ permitem tratar grandes volumes de dados possibilitando corrigir ações de negócio em tempo útil, minimizando assim prejuízos e perdas, assim como prever tendências e comportamentos, melhorando a capacidade da definição da estratégia da empresa”.

Neste sentido, inferiu-se que as organizações “com base na informação podem melhorar o conhecimento dos clientes e otimizar a cadeia de fornecimento, de forma precisa e objetiva, levando a incrementos de resultados que podem ultrapassar, como referido por um orador, a barreira dos 10% do EBITDA”.

A procura de profissionais qualificados nesta área será uma tendência de médio e longo prazo, na medida em que as capacidades de analisar “dados com um crescimento explosivo e distinguir a informação relevante nesse contexto serão decisivas para a sobrevivência e o desenvolvimento das organizações”. Os projetos de ‘Big Data’ irão necessitar de equipas pluridisciplinares, incluindo profissionais com forte domínio de negócio, informáticos com excelente domínio das ferramentas disponíveis, e estatísticos”.
 


“Empower yourself” de 14 a 16 de maio

Aproximar os estudantes da Universidade Portucalense ao mercado de trabalho é o objetivo da iniciativa “Empower yourself,”, entre 14 e 16 de maio, organizada pelo Gabinete de Apoio ao Aluno, UPT Junior Consulting e Elsa Portucalense (Associação de Alunos de Direito).

Vulgarmente conhecida por “Feira de Emprego”, esta ação dedicará o primeiro dia, 14 de maio, às áreas do Direito e a Solicitadoria, estando prevista a conferência “As áreas emergentes do Direito” e palestras com advogados e solicitadores.

No dia 15, será a vez do Empreendedorismo que contará com as intervenções de Adelino Cunha da “I have the power”, Marco Lamas da “Incubit”, Marco Barbosa da “Bewarket” e Sérgio Almeida da “Power Coaching”.

No último dia, o enfoque estará nas competências procuradas pelo mercado de trabalho e contará com as apresentações do Banco Santander, Hotel Yeatman, IBM, My Partner e Misericórdia de Riba de Ave.

Para Sofia Andrade do Gabinete de Apoio ao Aluno, “será uma oportunidade para os estudantes falarem diretamente com os profissionais das várias empresas e conhecerem o seu funcionamento, as funções, as oportunidades de carreira, os programas de recrutamento e as ofertas de estágios nacionais e internacionais”.
 




Projeto “Mente sã”

As áreas de Psicologia, Informática e Turismo da Portucalense uniram-se para desenvolver o projeto “Mente sã” que visa a criação de uma versão experimental de um ‘software’ de estimulação cognitiva para seniores.

Este trabalho interdisciplinar pretende promover os processos cognitivos que são alvo de uma deterioração associada ao envelhecimento, nomeadamente a memória, a atenção e a perceção, através de ações que possibilitem ao sénior a aquisição de conhecimentos históricos, o acesso a informação turística sobre a cidade do Porto e a sua familiarização com ferramentas informáticas atrativas e de simples manejo.

Durante este ano, será desenvolvida uma versão experimental de uma ferramenta digital que terá como mote uma visita turística à cidade invicta designada por “Mente sã à descoberta do Porto”.

De destacar que este projeto está a ser desenvolvido pelos estudantes da licenciatura em Informática e do mestrado em Psicologia, sob a orientação da docente Maria Araújo, no âmbito do Núcleo de Estágios em Psicologia. O envolvimento dos estudantes da licenciatura em Turismo acontecerá posteriormente, no desenvolvimento de conteúdos históricos e de informações turísticas complementares.
 


Uma centena de candidatos à UPT Junior Consulting

A UPT Junior Consulting, empresa júnior de Consultoria e Gestão da Universidade Portucalense, levou a cabo recentemente um processo de seleção em que foram recrutados 14 associados, 10 internos e 4 associados externos para as áreas de Recursos Humanos, Informática, Relações Internacionais, Gestão, Direito, Comercial, Marketing e Auditoria da Qualidade.

O presidente da UPT Junior Consulting, Cláudio Meireles, indica que “o número de candidaturas recebidas ultrapassou a centena” e que a área de Marketing foi a que recebeu o maior número de candidaturas.

O processo de seleção “envolveu uma dinâmica de grupo, com os candidatos a serem avaliados em contexto de trabalho de equipa e em parâmetros como a liderança e à vontade em grupo, e uma posterior entrevista individual”. Os fatores valorizados no recrutamento foram o “ano letivo de estudos, a Universidade de origem, o potencial de aprendizagem, o crescimento interno e a competência para a função”.

Cláudio Meireles afirma que esta iniciativa pretendeu apostar nos “alunos mais novos, com o objetivo de formar talentos e melhores profissionais e cidadãos”.
 


Estudante da Portucalense reeleito presidente da FNESPC

Rui Novais da Silva, estudante de Direito da Universidade Portucalense, foi reeleito Presidente da Federação Nacional das Associações de Estudantes do Ensino Superior Particular e Cooperativo (FNESPC), no último mês. À “Comunica UPT”, faz o balanço do primeiro mandato e explica a razão da sua recandidatura.

Comunica UPT: Qual o balanço que faz do primeiro mandato à frente da FNESPC?

Rui Novais da Silva: Faço um balanço muito positivo e o último ano revelou-se um enorme desafio para todos os que participaram na concretização dos objetivos a que nos propusemos. Internamente, foi necessário alterar procedimentos instalados ao nível editorial, político e contabilístico. Externamente, a nossa intervenção foi no sentido de contribuir para um ensino superior de qualidade.

Destaca, em particular, alguma iniciativa desenvolvida durante este período?

Destaco o “Encontro Nacional de dirigentes associativos do Ensino Superior Particular e Cooperativo”, realizado em novembro último, em Coimbra, que reuniu um número alargado de associações de estudantes, empresas e profissionais, onde se debateram questões específicas do Ensino Superior, os desafios do mercado de trabalho e a estratégia para as nossas posições políticas. Destaco ainda a “Formação para Dirigentes Associativos”, que procurou melhorar as competências dos dirigentes associativos e dos candidatos a dirigentes.

A seu ver, qual foi o principal desafio do primeiro mandato?

A reafirmação da FNESPC junto dos órgãos de soberania e das instituições públicas e privadas do Ensino Superior foram prioritárias, através do estabelecimento de uma rede transversal de trabalho.

O que gostaria de ter concretizado neste mandato e não conseguiu?

Gostaria de ter tido a possibilidade de resolver os problemas dos estudantes no que diz respeito ao diploma da ação social. A digna e justa atribuição de bolsas de estudo é um tema que está longe de ser resolvido e, talvez, não interesse a muitos agentes que seja resolvido.

Quais as motivações que estiveram na base da sua recandidatura?

Após o contacto e o diálogo com vários dirigentes associativos, cheguei à conclusão que era necessário continuar mais um ano pelo desafio, coragem, responsabilidade, presença e serviço. Estas foram as forças que me impulsionaram a recandidatar-me.

Quais são as principais ações que pretende desenvolver neste segundo mandato?

Partindo da linha de estratégia deste último ano e num contexto de crise que afeta particularmente os estudantes, a FNESPC terá de continuar a zelar pela defesa dos interesses dos estudantes e pela promoção do bem-estar das atuais e futuras gerações. Emprego, educação, desporto, formação, cooperação, democracia participativa são as palavras-chave da nossa ação.

Neste momento, quais as prioridades da FNESCP?

A educação pelo papel que representa na qualificação dos jovens, na formação das pessoas, na partilha de saberes e no despertar de consciências. Faremos questão de em todos os espaços de debate e fórum de ideias em que participaremos alertar para a necessidade de termos a educação como um pilar de desenvolvimento e um setor que não deve sofrer desinvestimentos, mas prioritário ao nível de intervenção.

Enquanto Presidente da FNESCP, qual será a sua principal missão?

Estabelecer um contato institucional, preparar projetos e representar a federação a nível nacional e internacional. Pretendo reunir com todas as associações académicas e de estudantes regularmente para uma partilha de informação, de conhecimento e de propostas relacionadas com a situação atual do ensino superior, nomeadamente projetar um memorando no âmbito do abandono escolar e financiamento ao ensino superior.
 


Roteiro do voluntariado

A Associação de Estudantes da Universidade Portucalense lançou no início do ano o “Roteiro do Voluntariado”, atualmente com mais de 90 alunos de diferentes universidades e instituições de ensino superior que ajudam quem mais precisa.

A recolha de roupa, calçado e cobertores para os sem-abrigo da cidade do Porto e as várias rondas de acompanhamento durante os dias mais frios, foram as primeiras iniciativas.

Neste momento, o objetivo é “diversificar as intervenções e para isso lançamos um inquérito para termos uma noção da vontade e interesse dos estudantes do ensino superior”, diz Bruno Sousa Rocha, presidente da AE Portucalense.

A organização de uma conferência com o Presidente da Rede Europeia Anti Pobreza está já na agenda da associação que pretende que o roteiro do voluntariado seja uma “iniciativa de uma vontade conjunta de fazer algo de diferente e de inovador no paradigma juvenil de associativismo”.
 

Percurso

O desafio de estagiar em Moçambique

Há quatro anos atrás, Joana Bastos descobriu que a engenharia não era a sua vocação e, após dois anos a estudar Engenharia Mecânica na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, decidiu mudar para “Gestão Hoteleira” na Universidade Portucalense.

Joana explica que “a escolha de Gestão Hoteleira preenchia todos os requisitos”. Sempre gostou de Gestão e ainda conseguia com esta opção “aliar o serviço personalizado e o contacto com o cliente”, o que “foi decisivo na escolha”. Ser um “curso universal, uma área em crescimento e capaz de proporcionar o conhecimento de outros países e culturas foi extremamente apelativo”, afirma.

Regressou recentemente de Moçambique onde esteve dois meses e meio a estagiar no Polana Serena Hotel, em Maputo, uma “oportunidade” que agarrou de imediato. Considera que foi “uma lição de vida, lidar com o facto de estar sozinha num país diferente e longínquo e com uma cultura muito própria”. Mas, qual o ensino que trouxe no regresso a Portugal? “Que esta atividade se baseia muito no conhecimento, mas depende muitíssimo mais da dedicação de toda uma equipa”.

Após esta experiência profissional, Joana considera que os fatores fundamentais para uma carreira de sucesso na área da Gestão Hoteleira são “o conhecimento, a motivação, a dedicação, a vontade de aprender, a mobilidade e a preocupação constante em criar uma relação empática com toda a equipa”.

Prestes a concluir a licenciatura - encontra-se a escrever o relatório final de estágio -, indica que o mais importante foi adquirir “um saber teórico sólido associado a uma componente profissional ligada às exigências atuais do mercado de trabalho. “Hoje, a riqueza está em adquirir conhecimentos e saber aplicá-los”, sublinha.

A curto e a médio prazo, Joana gostaria de “integrar uma equipa na área de vendas e marketing numa cadeia hoteleira reconhecida internacionalmente, com o objetivo de ganhar experiência para alcançar a direção”.

No atual contexto de crise económica que afeta, em particular, o mercado de trabalho jovem em Portugal, a estudante acredita que será importante “alargar conhecimentos em áreas que possam complementar a formação e que possam ser diferenciadores no mercado de trabalho”.

Ao recém-licenciado e ao profissional no ativo que pretendam ter uma experiência internacional, Joana deixa um conselho: “estarem disponíveis para se adaptar a outras rotinas, a novas experiências e, principalmente, ao próprio país; muita força de vontade e mente aberta”.
 


COMUNICA UPT FICHA TÉCNICA

Periodicidade: Mensal
Coordenação Editorial: Ana Aires Duro
Email: comunicaupt@upt.pt

Este website usa cookies para funcionar melhor e medir a performance (Diretiva da União Europeia 2009/136/EC)
Por favor dispense alguns minutos para responder a umas perguntas rápidas sobre o nosso website.