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Artigos da Newsletter Institucional abril 2015

Nº45 – abril 2015
Destaques

Armando Jorge de Carvalho, vice-presidente da APESP

O presidente da cooperativa Armando Jorge de Carvalho tomou posse como vice-presidente da APESP - Associação Portuguesa de Ensino Superior Privado, no último dia 10 de abril.

A cerimónia de tomada de posse dos novos Membros Titulares dos Órgãos para o triénio de 2015-2017 decorreu na CESPU, em Gandra, Paredes, e contou com a presença do Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato.

Para Armando Jorge de Carvalho, este convite reflete a credibilidade e a notoriedade que a Universidade Portucalense conquistou, nos últimos anos, e o reconhecimento do seu papel relevante no Ensino Superior Privado em Portugal.

A APESP tem como objetivo “a representação e plena integração do ensino superior não estatal no sistema educativo português, através do desenvolvimento de iniciativas que visem a melhoria do sistema de ensino superior, que prepare as novas gerações para enfrentarem com competência os desafios do presente e do futuro e contribua para assegurar a dignidade e o progresso do país”.


Portucalense é parceira do IEFP no programa “Vida Ativa”

A Universidade Portucalense será uma entidade de formação externa da “Vida Ativa”, uma medida integrada no Acordo de Concertação Social “Compromisso para o crescimento, competitividade e emprego”.

O acordo de cooperação com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) foi assinado na UPT, no dia 20 de abril, e contou com a presença do Presidente do Conselho Diretivo, Jorge Gaspar, e do Delegado Regional do Norte, César Ferreira.

No âmbito deste acordo serão abrangidos 200 formandos, em seis áreas de educação e formação - “Hotelaria e Restauração”, “Gestão e Administração”, “Informática”, “Trabalho Social e Orientação”, “Turismo e Lazer” e “Contabilidade e Fiscalidade”, num total de 10 cursos.

A “Vida Ativa” resulta da necessidade de ajustar os planos pessoais de emprego às necessidades e ao potencial de cada desempregado, favorecendo a aquisição de competências relevantes para o mercado de trabalho, que potenciem ou valorizem as já detidas, mobilizando os desempregados para processos subsequentes de qualificação ou reconversão profissional


Universidades abraçam a Mediação Intercultural

O seminário internacional “Mediação e Formação Intercultural”, no dia 27 de abril, assinalou a criação da RESMI - Rede de Ensino Superior em Mediação Intercultural, constituída por duas dezenas de Instituições de Ensino Superior nacionais, entre as quais a UPT, em parceria com o Alto Comissariado para as Migrações.

O estatuto legal de Mediador Sociocultural nasceu com a lei 105/2001 de 31 de agosto para responder às questões do imigrante e aproximar a Administração Pública a estes cidadãos.

Atualmente, existem 96 entidades com 149 gabinetes que desempenham este papel – 51 pertencem à sociedade civil e 45 às autarquias - segundo os dados revelados por Cristina Milagre do Alto Comissariado das Migrações.

Cristina Milagre que é também responsável pela Equipa Municipal de Mediação Intercultural de Cascais apresentou o projeto de Mediadores Municipais, iniciado em 2009, que procurou melhorar o acesso das comunidades ciganas aos serviços e equipamentos locais e promover a igualdade de oportunidades e o diálogo intercultural.

Defendeu que “a voluntariedade, a ajuda das partes, a confiança, a neutralidade, a coliderança, a ideia que todos ganham e a legitimação” são princípios fundamentais da Mediação.

Entende ainda que “o mediador é alguém que gosta das pessoas e que acredita nelas; é alguém que, sobretudo, acredita no potencial de transformação e de ação de cada cidadão”.

Já Carlos Sousa Reis da Universidade de Coimbra abordou a Interculturalidade e Educação, através do “reconhecimento da diferença” – “uma tarefa que requer um encontro”, que implica “aceitar o outro com um mundo próprio”, ou seja, entender como “um sujeito e não só um objeto”. Referiu que “as pessoas podem relacionar-se a um nível existencial, não simplesmente objetual e podem produzir um sentido comum”.

A necessidade de transformar os ambientes escolares, mudando as escolas através de uma intervenção na sua cultura, promovendo a construção do conhecimento, a pedagogia de equidade e o combate aos preconceitos, foram as indicações ouvidas no seminário que contou com a participação dos docentes Diana Vallescar, UPT/CIAC-Pólo UAb de Lisboa, Dores Formosinho, UPT, Graciano Arnáiz, Universidade Complutense de Madrid, e Isabel Roque, FPCEUP.

O seminário foi organizado pelo NIDEPES, Núcleo de Investigação em Desenvolvimento Pessoal e Social do Departamento de Psicologia e Educação, com o apoio do Alto Comissário para as Migrações e do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra.


Empreendedorismo interno premiado

O projeto "Looking for more" de João Dias e José Guimarães, estudantes do Mestrado de Informática, venceu a 2ª edição da rede de empresas NET-UPT. A ideia de negócio será apoiada pela universidade nos próximos dois anos.

A cerimónia que assinalou o vencedor do NET-UPT 2015 também ficou marcada pela atribuição do “Prémio Empreendedorismo” da XZ Consultores, que resultou dos projetos desenvolvidos pelos estudantes no âmbito da unidade curricular “Empreendedorismo”, presente no 3º ano de todas as licenciaturas, que envolveu a participação de mais de 40 empresas, na qualidade de avaliadores externos.

Para o docente Júlio Faceira, a iniciativa “superou as expectativas, sensibilizou para a ideia que empreender faz parte da vida dos estudantes, conduziu a uma aquisição de competências e possibilitou a aprendizagem de como transformar uma ideia em negócio. O empreendedorismo é uma questão-chave para o desenvolvimento da economia”, frisou.

Para José Fontes da ANJE, um dos convidados do evento, vencer no mercado de trabalho é exigente, porque “é necessário reunir três capacidades fundamentais - ser multiespecialista, saber comunicar e saber vender”.

Salientou ainda a importância de “pensar diferente, ser disruptivo e arriscar” e ter a resposta certa e imediata à pergunta: “O que tem o meu negócio de diferente?”

“Foquem-se na solução, vão à procura do mundo, façam rede de contactos e aprendam línguas (idiomas)”, foram os conselhos em forma de conclusão. Os vencedores do Prémio "Empreendedorismo" da XZ Consultores foram:

Os vencedores do Prémio "Empreendedorismo" da XZ Consultores foram:
1º lugar: António Domingues (Economia); Carla Mendes (Economia); Falone Valente (Economia); Gustavo Amaral (Economia); Pedro Ratola (Gestão).
2º lugar: Ana Isabel Ribeiro (Economia); Nair Barbosa (Economia); Ana Couto (Gestão); Carla Pereira (Gestão); Filipe Moreira (Psicologia).
3º lugar: Ana Patrícia Ribeiro (Educação Social); Cátia Pereira (Educação Social); Elisabete Costa (Educação Social); Ana Filipa Guimarães (Educação Social);
Ana Catarina Oliveira (Educação Social).


“Esta parceria é importante para captar talentos”

O Mestrado em Direito da Universidade Portucalense tem marcado o percurso académico e profissional de vários estudantes, em grande parte devido às parcerias com empresas. A “Comunica UPT” falou com Nuno Cerejeira Namora, alumni da UPT, e sócio de uma das sociedades de advogados parceira do curso.

Comunica UPT: Desde quando a sociedade de advogados Nuno Cerejeira Namora e Pedro Marinho Falcão Associados colabora com o Mestrado em Direito?

Nuno Cerejeira Namora: Colaborámos com o Mestrado em Direito, há alguns anos, e intensificámos essa relação, uma vez que sempre existiu uma vontade convergente de trabalhar esta parceria. Nesse sentido, celebrámos um protocolo de trabalho que tem ajudado a desenvolver um conjunto de iniciativas no âmbito dos módulos do curso.

Quais as razões que motivaram esta parceria?

Foi sempre um desígnio da sociedade estar perto do saber-fazer científico. O lugar do saber é na Universidade e, por isso, nunca abdicaremos de fazer parte da equação científica. É estratégico estarmos sempre na primeira linha do conhecimento. Esta associação conduz a empresa a manter os padrões de exigência no limite, o que é sempre positivo. Por outro lado, permite-nos ter uma aproximação real do mercado de trabalho, auscultando os melhores talentos, alguns dos quais, poderão mais tarde trabalhar connosco.

Quais são os vossos objetivos com esta colaboração?

Hoje, a atualização do conhecimento jurídico é fundamental para se trilhar um caminho do sucesso e a nossa sociedade apoia a cultura de mérito e excelência. Esta colaboração coloca precisamente a nossa fasquia sobre esses dois pilares. Procuramos transmitir nos módulos que lecionamos uma perspetiva prática, mas sem deixar de ter presente o rigor científico que o direito exige e merece. A relação dinâmica que se desenvolve cria inúmeros pontos de vantagem no mercado, verificando-se uma complementaridade na especificidade de formação que cada uma oferece. Não temos dúvidas que os estudantes são os principais beneficiados.

Poderá, por favor, detalhar a vossa intervenção na parte letiva?

Participamos através de aulas ministradas pelos dois sócios e um leque de, até agora, cinco associados, em cursos de pós-graduação e de mestrado. Os sócios intervêm ainda em conferências e seminários organizados pela universidade. Colaboramos também com artigos jurídicos na Revista Jurídica da UPT, marcamos presença na Feira de Empregabilidade e acolhemos estudantes finalistas em Estágios de Verão.

No seu entender, quais as principais vantagens, para o aluno e para a vossa sociedade, que decorrem desta parceria?

O estudante deve ser sempre o epicentro do ensino. O ensino deve ser planeado em função do modelo de aluno que pretendemos ter. Ele deve ser o início e o fim do processo. É um erro, priorizar a oferta formativa em função de uma Sociedade de Advogados, de um Professor, ou de uma Escola. A Escola deve perceber que aluno lhe chega e que aluno pretende entregar ao mercado. Hoje, é indubitável que a formação deverá ser plural e diversificada, facultando ao estudante competências variadas que lhe permita estar em condições de responder a um mercado com necessidades, cada vez mais exigentes. A aproximação com a realidade de uma Sociedade de Advogados constitui claramente uma vantagem competitiva para o estudante, pois passa a usufruir de uma ótica jurídica que, por vezes, a Universidade não oferece.

Qual tem sido o “feedback” recebido pelos estudantes?

O “feedback” tem sido ótimo. Nos nossos módulos, os estudantes têm mais apetência para questionar e aplicar os conceitos. Esforçamo-nos por apresentar aulas dinâmicas e elásticas, em que eles sejam os “pilotos” da viagem. Este é o ponto positivo que mais assinalam, realçando a interatividade e a discussão alargada. Acreditamos que este contributo poderá ser vencedor se respeitarmos o princípio de apresentar temas que os alunos queiram ouvir e não temas que queiramos lecionar. Isto é fundamental para o processo de aprendizagem no grau de mestrado.


A contadora de histórias no Bairro do Carriçal

Cátia Barbosa, estudante de Turismo, esteve recentemente no Centro Comunitário do Bairro do Carriçal a contar uma história aos mais pequenos. O voluntariado permite-lhe “alargar horizontes, adaptar às várias diferenças sociais que existem e sentir, de certa forma, cidadãos úteis e completos”.

A aventura do voluntariado começou em dezembro de 2008, altura em que colaborou na recolha de alimentos para as famílias apoiadas pelo Pelouro da Ação Social da Câmara Municipal de Paredes.

Atualmente não colabora diretamente com uma associação em particular, ao nível de voluntariado. “O facto de ser trabalhadora-estudante e estar, neste momento, a assegurar a direção do NETUR – Núcleo de Estudantes de Turismo, não me permite dar a atenção, que acho ser a merecida, neste tipo de projetos. Mas é algo que quero que faça parte do meu dia-a-dia muito brevemente”, disse-nos.

Conheceu o projeto da Federação Académica do Porto “FAP no Bairro” através das redes sociais e decidiu conhecer de perto um dos centros comunitários no Bairro do Carriçal, na freguesia de Paranhos.

“O voluntariado sempre me despertou bastante curiosidade e, talvez, tenha sido essa a principal razão. A vontade de conhecer e de experienciar. Já a razão de querer continuar, resulta do que recebemos quando fazemos algo assim. É um regressar de ‘coração cheio’ que não se explica e dá uma vontade enorme de repetir”.

As principais lições que retirou dessas experiências foram “o que é simples pode fazer a diferença, a nível económico e social. A maioria das vezes, são as pequenas coisas que fazem a diferença”.

Já as maiores surpresas: “o carinho com que fui recebida; é incrível como as crianças me receberam tão bem, sem a vergonha habitual perante alguém que desconhecem. Em pouco tempo, parecia que sempre fiz parte da vida delas”.

Considera que conciliar o voluntariado e os estudos “não é difícil” e acredita: “com empenho e vontade tudo se consegue, e se consigo conciliar o trabalho com os estudos, inserir o voluntariado na minha vida é só uma questão de organização”.

A licenciatura em Turismo que frequenta “está a responder às expectativas e, em alguns momentos, até já superou. É uma área abrangente, pois é necessário ter bases das mais diversas áreas e depois aplicá-las ao Turismo, o que permite alargar os nossos horizontes. Não me arrependo da escolha e estou certa que estou no caminho certo”.

Entende que o sucesso académico é indissociável de “vontade” e que a Universidade Portucalense “é uma segunda casa”. Cátia Barbosa tem 21 anos, vive em Paredes, e tem como lema de vida “não preciso de ser o melhor, tenho é de ser bom”.


12º Prémio de Programação UPT

O Departamento de Economia, Gestão e Informática organizará no próximo dia 20 de Maio, a 12ª edição do Prémio de Programação Universidade Portucalense (PPUP’15), um concurso de programação destinado a estudantes do ensino secundário (10º, 11º e 12º anos de qualquer agrupamento).

O objetivo da competição é incentivar nos jovens o interesse pela área da programação e, em especial, fomentar a capacidade de resolução de problemas computacionais.

No final do concurso haverá uma prova individual destinada apenas a concorrentes femininas. Essa prova é constituída por um problema. O concurso tem a duração máxima de 45 minutos. A vencedora será aquela que o resolver corretamente em menos tempo. Caso nenhuma concorrente tenha terminado até ao limite de tempo ganhará a que tiver o exercício mais bem resolvido/completo.

No ano passado estiverem em prova 60 alunos de sete escolas do ensino secundário. O primeiro lugar foi para a dupla Pedro Silva e Bruno Vieira do Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado e a vencedora no feminino foi Carla Pereira do Colégio dos Carvalhos.


Presidente de Cabo Verde na UPT

O Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Fonseca, esteve na Universidade Portucalense, no âmbito da visita oficial à cidade do Porto, no dia 30 de março, e assinou o livro de honra da universidade.

Jorge Fonseca deslocou-se à Invicta, pela primeira vez, e confraternizou com a comunidade cabo-verdiana residente no norte do país, na Aula Magna da UPT.

“Tratou-se, sem dúvida alguma, de um momento importante para todos os cabo-verdianos do Grande Porto e do norte em geral. Foi a primeira visita do Presidente, também por isso foi bastante significativa”, considerou o cônsul Carlos Machado.



Portucalense na “Qualifica”

A Universidade Portucalense apresentou a oferta formativa para o próximo ano letivo na Qualifica - Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego que aconteceu na Exponor, em Matosinhos, de 9 a 23 de abril.

Emídio Guerreiro, Secretário de Estado da Juventude e Desporto, visitou o stand da UPT, onde conversou com alguns estudantes da universidade sobre o futuro.

Cristina Miranda e Margaret Amorim do Gabinete de Ingresso representaram oficialmente da UPT, ao longo dos quatro dias, e indicaram que “a afluência de visitantes à feira foi maior em relação às edições anteriores, tendo-se registado um número crescente de visitas de escolas secundárias do Grande Porto e do centro do País ao stand da UPT, procurando conhecer as ofertas de formação e conhecer as profissões de futuro”.

Segundo os dados da organização da Qualifica, a 8ª edição ultrapassou os 27 mil visitantes, um aumento de 35% relativamente ao ano passado, tendo contado com a presença de 105 expositores (mais 22 do que em 2014).


Semana da Psicologia centrada nas práticas profissionais

Antecipar as práticas profissionais da Psicologia, através do testemunho de vários profissionais de reconhecido mérito, foi o principal objetivo da II Semana Anual da Psicologia, que aconteceu de 13 a 16 de abril.

Teresa Espassandim da Ordem dos Psicólogos Portugueses falou do futuro da Psicologia, antecipando cenários profissionais e destacando algumas medidas de promoção da empregabilidade dos psicólogos.

A Psico-Oncologia com a comunicação sobre a importância do psicólogo no tratamento da doença oncológica, resultado da experiência de estágio de dois estudantes na Liga Portuguesa Contra o Cancro, e a Psicologia da Educação foram outros temas em debate.



COMUNICA UPT FICHA TÉCNICA

Periodicidade: Mensal
Coordenação Editorial: Ana Aires Duro
Email: comunicaupt@upt.pt

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